Home Blog Page 33

EUROVISION 2022: Quais são os artistas LGBTQIA+?

0

O Eurovision, um dos maiores e mais populares festivais de música do mundo, é conhecido por ser um dos favoritos da comunidade LGBTQIA+ mundial. Ainda que não faça tanto sucesso no Brasil, tem seus fãs ardorosos, que seguem as semifinais e a final que estão acontecendo esta semana pelo canal Eurovision Song Contest no Youtube.

As bandeiras do arco-íris e trans estão presentes em todos os estádios onde o Eurovision acontece anualmente.

Artistas LGBT já foram vencedoras como Dana International de Israel, em 1998, e Conchita Wurst da Áustria, em 2014.

Este ano, em Turim, quem está representando a comunidade?

Sheldon Riley - Reprodução
Sheldon Riley – Reprodução

Sheldon Riley – Austrália

Ano passado, a Austrália já havia enviado Montaigne e seu representante; este ano, é Sheldon Riley, que participou dos X Factor e The Voice locais. Na apresentação do Eurovision, ele usará uma máscara folheada a ouro decorada com cristais Swarovski.

Systur - Reprodução
Systur – Reprodução

Systur – Islândia

O trio das irmãs Sigga, Beta e Elín apresenta a música ‘Með Hækkandi Sól (Com o Sol Nascente) sobre a luz que vem depois da escuridão. Elín é lésbica e já se apresentou com suas irmãs na Parada do Orgulho LGBT de Reykjavik. O grupo também tem defendido a causa de crianças trans, já que Sigga tem um filho trans.

Michael Ben David
Michael Ben David – Reprodução

Michael Ben David – Israel

David foi o vencedor do último X Factor Israel, onde Netta, a campeã do Eurovision 2018 com Toy, foi jurada.

Mahmood & Blanco- Itália

Mahmood & Blanco – Itália

O cantor Mahmood ao lado de Blanco representa a anfitriã Italia com ‘Brividi’, canção que fala de amor sem preconceitos. Apesar dos rumores – e da performance bastante homoerótica- ele vem negando que seja gay.

Assista, nesta quinta-feira (12), a segunda semifinal e, no sábado, a partir das 16h, a finalíssima. Faça suas apostas.

Jesse Williams, de “Grey’s Anatomy”, viraliza com nu frontal em espetáculo da Broadway

0

Um vídeo de Jesse Williams na peça “Take Me Out”, na Broadway, vazou online e agitou a web. Nas imagens, ele aparece completamente nu, durante um banho. No espetáculo, o ator e a maior parte do elenco masculino ficam nus durante essa cena. 

O vídeo parece ter sido gravado por um membro da plateia na primeira fila do teatro. Os internautas não pouparam elogios a Jesse e o nome do ator  ficou por horas nos Trending Topics do Twitter, na última segunda-feira (9). Jesse Williams pelado na minha timeline, que momento delicioso meus amigos“, comemorou uma usuária. “Jesse, hoje não é seu aniversário, mas você está de parabéns“, escreveu outro.

Jesse Williams (Foto: Birdie Thompson/AdMedia)

No mesmo dia do vazamento, o ator participou, junto aos colegas de elenco, do programa “Watch What Happens Live’s After Show”. Durante a entrevista, o apresentador Andy Cohen questionou Jesse sobre a repercussão de suas imagens na internet.

“Todo mundo faz um grande negócio disso, mas é só um corpo. É um corpo, uma vez que você vê, você percebe que é o que quer que seja, é apenas um corpo. Eu só tenho que fazer com que isso não se torne um grande negócio”, disse o ator.

Cohen então quis saber se o fato de Jesse se sentir bem com o seu corpo ajudou a lidar com a decisão de ficar completamente nu na peça. “Não é muito melhor quando você se sente bem com seu pênis?”, questionou o apresentador. “Eu imagino que sim. Eu não [me sinto bem], então eu não sei”, brincou o ator, arrancando gargalhadas de todos.

Jesse também é conhecido por interpretar o personagem Jackson Avery em “Grey’s Anatomy“. O ator retornará para a série no episódio final da 18ª temporada. Segundo o portal EW, as cenas estão programadas para ir ao ar em 26 de maio de 2022, na ABC dos Estados Unidos.

Se você já é maior de 18 anos, veja o vídeo de Jesse Williams aqui ou aqui.

Jesse Williams (Foto: Reprodução)

Fórum de Direitos LGBTQ+ faz 2ª edição com André Fischer, João Silvério Trevisan e convidados internacionais

0

Para celebrar o Dia Internacional Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia (IDAHOTB) no dia 17 de maio, haverá diversos eventos gratuitos na cidade de São Paulo, como o II Fórum de Direitos LGBTQ2+. Será possível acompanhar o evento através do YouTube na página oficial da ParadaSP e, caso queira ir pessoalmente, é necessário se inscrever no Sympla através deste link.

A iniciativa é do Governo do Canadá por meio de seu Consulado Geral em São Paulo e suas Embaixadas na Argentina e no Chile, juntamente com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP) e o Governo da França no Brasil. O evento conta com a presença de ativistas, políticos e estudiosos dos cinco países, que discutirão o direito à segurança pelas pessoas LGBTQ2+ e o papel da polícia para contribuir com uma sociedade mais segura e inclusiva. A presença de crianças LGBTQ2+ nas escolas, a importância da diversidade na cultura e os desafios das pessoas LGBTQ2+ no mercado de trabalho também serão abordados.

Entre os nomes de destaque estão Jasmin Roy, ator e escritor canadense e presidente da Fondation Jasmin Roy, em Montreal; Maddie Morris, primeira funcionária abertamente transgênero do Governo do Canadá em Seattle, nos Estados Unidos; Thirza Cuthand, diretora de cinema queer e indígena do Canadá; André Fischer, criador do Mix Festival e coordenador do Centro Cultural da Diversidade da Secretaria Municipal de Cultura; Élisabeth Moreno, Ministra-delegada da França responsável pela igualdade entre mulheres e homens, diversidade e igualdade de oportunidades (DILCRAH); Daniela Ruiz, diretora executiva da ONG 7 Colores Diversidad e responsável pela formação de servidores públicos nas áreas de Justiça e Forças de Segurança do governo federal na Argentina; Rolando Jiménez, presidente da ONG Movimiento por la Liberación Homosexual (MOVILH) no Chile.

No dia 18 de maio, o público poderá conferir ainda um painel presencial que será realizado na Aliança Francesa de São Paulo (Rua General Jardim 182 – Centro) que abordará a memória do movimento LGBT e contará com a participação do escritor brasileiro João Silvério Trevisan, o ativista francês e fundador da ActUp, Philippe Mangeot, a professora de Antropologia na Unicamp, Regina Facchini, o fundador do Irish Queer Archive, Tonie Walsh, e o canadense e presidente da InterPride, Andrew Baker. O debate também conta com transmissão on-line ao vivo.

Além do Fórum, a exposição fotográfica Habeas Corpus, produzida pelo Arquivo Edgard Leuenroth da UNICAMP, estará em exibição no hall principal da Aliança Francesa. A mostra, que traz uma linha do tempo do movimento LGBT no Brasil com peças inéditas do acervo, ficará disponível entre os dias 18 de maio a 19 de junho. O encerramento fica por conta de um pocket-show com as artistas Greta Star e Marcinha do Corinto.

SERVIÇO:

  • II Fórum de Direitos LGBTQ2+
  • Dias 17 e 18 de maio de maio, terça e quarta-feira. Gratuito.
  • Debates on-line com inscrição pela Sympla: https://bit.ly/38MHkRA e transmissão on-line no canal youtube da Parada SP.
  • O debate do dia 18/05 às 19h30 é presencial (retirada de ingresso a partir das 18h no local) e transmissão ao vivo on-line pelo canal youtube da Parada SP.
  • Exposição “Habeas Corpus” de 18/05 a 19/06
  • Local: Aliança Francesa (hall), Rua General Jardim, 182 (metrô República)
    Visitação: seg à sex das 9h às 21h / Sáb das 9h às 13h e das 18h às 21h / Dom das 16h às 19h (fechado em feriados).

ORGANIZAÇÃO:

  • Governo do Canadá no Brasil
  • Escritório do Québec em São Paulo
  • Embaixada do Canadá na Argentina
  • Embaixada do Canadá no Chile
  • Embaixada da França no Brasil
  • Associação da Parada do Orgulho LGBT de SP (APOLGBT-SP)
  • Aliança Francesa de São Paulo
  • Apoio: Institut français, British Council, Consulado Geral da Irlanda em São Paulo
  • Parceria Mídia: Revista Híbrida, Terra e Eletromídia
    Transmissão e tradução simultânea: PRISMA Traduções
    Parceria catering: Amstel
André Fischer - Foto: Divulgação/Festival MixBrasil
André Fischer – Foto: Divulgação/Festival MixBrasil

Garrett Clayton revela que foi ofendido por atores nas gravações de “King Cobra”

0

Garrett Clayton, ator do filme “King Cobra”, disse em recente entrevista a Queerty, que não quer ser rotulado como “o cara gostoso que sobe no palco por algumas falas, mostra sua bunda e todo mundo o chama de vadia”.

Eu trabalhei muito duro para ter um currículo completo agora. Tenho que me manter firme no tipo de performer que quero ser e dizer respeitosamente que não quero continuar fazendo a mesma coisa”, afirmou ele.

(Foto: Reprodução)

O medo de Clayton de ser visto como uma “vadia”, como ele mesmo diz, talvez decorra de uma experiência no set de gravação enquanto filmava “King Cobra”. Eu estava me desafiando mentalmente, dizendo: ‘Isso é um personagem. Este não sou eu. Está tudo bem’. Parecia muito vulnerável estar praticamente nu e insinuar atos sexuais com estranhos básicos“, desabafou ele à Queerty.

A maioria deles eram respeitosos, mas alguns deles realmente me atingiram. Em um ponto durante uma filmagem, eu estava no sofá com dois homens de cada lado de mim, e eles começaram a fazer piadas sobre como eu era uma vadia. Eles diziam, ‘esta não é a primeira vez dele’ […]. Realmente me pegou, acabei saindo da sala. Eles simplesmente não paravam de dizer coisas horríveis e desagradáveis ​​para de mim, como se eu não estivesse sentado ali”, revelou Clayton.

(Foto: Reprodução)

O ator ainda disse que algumas pessoas se sentiram livres para dizer coisas dolorosas a ele, devido ao papel que desempenhou no filme: “Essa foi uma experiência muito reveladora, porque muitas das minhas amigas me disseram que os homens as tratavam dessa maneira. Não estou dizendo que entendo completamente a experiência feminina, mas isso provavelmente foi o mais próximo que chegarei disso”.

“Sempre tive problemas para fazer isso por medo. Seja medo de rejeição ou medo de perturbar as pessoas. Eu tive que fazer as pazes com o fato de que não importa o que eu diga, alguém vai ficar chateado”, afirmou ele em entrevista à Queerty.

(Foto: Reprodução)

Extraviado há 14 anos, longa-metragem com Irandhir Santos estreia em SP e no RJ

0

Até onde você iria por um amigo? Qual o nível de resiliência que podemos alcançar em uma situação de tensão? Qual o limite das ligações que você estabelece para sua vida? Essas perguntas permeiam a mente do espectador em “Amigos de Risco”, filme dirigido e roteirizado pelo pernambucano Daniel Bandeira, em 2007.

Com ideia inicial de ser um curta de baixíssimo orçamento, o filme é o primeiro longa-metragem de Bandeira que, após ser extraviado em 2008 e uma difícil batalha travada para obter nova cópia, enfim, estreia em São Paulo e Rio de Janeiro na17 quarta-feira, 01 de junho, nos cinemas dos respectivos IMS (Instituto Moreira Salles).

“Amigos de Risco” surge a partir de elementos da realidade vivenciada pelo próprio diretor – como a vida na periferia, o submundo recifense, as noitadas no Recife Antigo, a efervescência do movimento Manguebeat, a necessidade de atravessar a cidade para voltar para casa de bacurau (ônibus da madrugada) ou de metrô.

O longa induz a refletir e digerir sobre a máxima de que, segundo Bandeira, “amizade tem um peso (e um preço)”. O filme relata o tenso encontro de amigos que, após uma noitada, atravessam a cidade e a madrugada – sendo tomados por vários sustos ao longo desse trajeto – para levar um deles ao hospital, após um mal súbito.

“A gente precisa do outro para encarar a nossa própria vida. Às vezes, quando você tenta salvar um amigo, também está tentando se proteger, está desenhando o seu lugar no mundo. Em certos casos, seu altruísmo pode ser a expressão do seu próprio egoísmo”, explica Daniel, que escreveu o roteiro.

A narrativa do filme se comunica muito com a própria história do longa, também recheada de sobressaltos. Rodado no final de 2005 e montado e finalizado em 2007, “Amigos de Risco” teve sua primeira exibição naquele ano no 40º Festival de Brasília. “As latas da película chegaram com o finalizador apenas duas horas antes de exibirmos o filme”, conta o diretor.

"Amigos de Risco" - Divulgação
“Amigos de Risco” – Divulgação

EXTRAVIO EM UM VOO

Em 2008, no dia da exibição na Mostra de São Paulo, e pouco antes de entrar em salas comerciais, a cópia-zero do filme, finalizado em 35 mm, foi extraviada por uma companhia aérea. Só restou a versão rascunho, do laboratório, não finalizada, que salvou a exibição da Mostra. Contudo, sem recursos para refazer outra cópia, a partir deste momento, o filme entrava num moroso litígio jurídico, cujo custo maior, além de prejudicar um lançamento comercial, foi o tempo e energia despendidos.

Somente em 2015, após toda a luta em torno do extravio e dada causa favorável ao filme, uma nova cópia foi feita, dessa vez em masterização digital, enquanto a “cópia-zero”, em película, foi encaminhada para a Cinemateca Pernambucana. Enfim, naquele ano, o longa era reexibido finalizado no VIII Janela Internacional de Cinema do Recife.

Mesmo depois de 15 anos de espera, entre finalização e estreia comercial, longa de Daniel Bandeira ainda mantém seu caráter atual e a narrativa original
“Amigos de Risco” – Divulgação

ELENCO

À frente das câmeras, Irandhir Santos dá vida ao personagem “Joca”. O ator havia gravado “Amigos de Risco” pouco antes de brilhar em “Baixio das Bestas” (Claudio Assis, 2007). Até então, o Santos havia trabalhado em apenas um longa (“Cinema, Aspirinas e Urubus”, 2005).

Apesar da ironia de passar grande parte do filme desacordado, em ‘Amigos’, Irandhir se sobressai atuando – seja acordado ou simplesmente sendo carregado. Destaque também para Rodrigo Riszla (“O Céu de Suely”, “Som ao Redor”, “Aquarius”) que, no papel de Benito, levou o prêmio de Melhor Ator do Festival de Cinema de Triunfo. Vale ressaltar aqui a preparação de elenco de Amanda Gabriel, que mais tarde também viria a desenvolver uma trajetória sólida, preparando elencos de filmes como “Amor, Plástico e Barulho”, “Tatuagem” e “Bacurau”.

DESAFIO

Com distribuição da Inquieta Cine, lançar “Amigos de Risco” nos dias de hoje trata-se de um grande desafio. O longo período em que ficou no limbo do extravio nos conduz a um interessante e contraditório debate em torno do conceito de temporalidade do filme. Isto é, ao mesmo tempo que representa uma obra referência do cinema de autor e um dos pioneiros do novo Cinema Pernambucano, é uma produção que assistiu à toda transição do analógico ao digital; que, durante esse período, viu nascer novas formas de linguagens e de ferramentas tecnológicas. Tempo este e tecnologia que, para Bandeira, não influíram necessariamente na narrativa de Amigos de Risco, já que o roteiro também se insere no contexto do ‘utilizar os recursos que nós temos naquele momento’.

“Estrear em salas, depois do que passamos, traz a sensação de missão cumprida, de termos dado a volta por cima. Afinal, o filme praticamente só passa a existir quando você lança ao público”, explica o diretor. “Sou extremamente grato a esse esforço coletivo que fizemos para trazê-lo de ‘volta’. Foram justamente as boas relações, com pessoas que fui agregando ao longo da vida, que proporcionaram a estreia do filme agora.”

O longa chega às telas de cinema graças ao trabalho da Vilarejo Filmes e suas sócias, Kika Latache e Livia de Melo, em parceria com a Distribuidora Inquieta Cine, de Mariana Jacob, todas responsáveis pela captação de recursos para que o projeto se concretizasse. As mesmas assinam também a produção e lançamento de Propriedade, próximo filme dirigido por Daniel Bandeira, que já está em fase de finalização.

Foto
Foto: Reprodução

FICHA TÉCNICA

“Amigos de Risco”
(Brasil, 88 min, 2007, 14 anos)

SINOPSE

Início dos anos 2000. Após um tempo distante da cidade natal, Joca (Irandhir Santos) está de volta. Para comemorar, nada melhor que uma noitada com seus últimos bons amigos, Nelsão (Paulo Dias) e Benito (Rodrigo Riszla). Mas o alegre reencontro vira um pesadelo quando Joca subitamente passa mal. Sem dinheiro, transporte ou comunicação, seus amigos o carregam pela cidade deserta, onde cada esquina guarda surpresas capazes de abalar os mais firmes laços de amizade.

Roteiro, Direção e Montagem: Daniel Bandeira
Produtoras: Símio Filmes, Cinemascópio e Vilarejo Filmes
Produção: Kika Latache, Lívia de Melo, Sarah Hazin, Juliano Dornelles, Cátia Oliveira, Daniel Bandeira
Produtores Associados: Plano 9 Produções e Leo Falcão
Elenco: Rodrigo Riszla, Paulo Dias, Irandhir Santos, Jr. Black, Lilian Kelen, Pierre Leite, Raimundo Branco, Regina Carmem
Assistente de direção: Marcelo Lordello
Diretor de Fotografia: Pedro Sotero
Direção de Arte: Juliano Dornelles e Ananias de Caldas
Som Direto: Phelippe Cabeça
Música Original: Tomaz Alves Souza e Chambaril
Figurino: Ingrid Mata
Preparação de Elenco: Amanda Gabriel
Distribuição: Inquieta Cine
Imprensa: Noticittà Assessoria| Leticia Pontes

DANIEL BANDEIRA – o Diretor e Roteirista

Iniciou no audiovisual em 2001 através de sua produtora, Símio Filmes. Como montador, colaborou com vários realizadores do cinema pernambucano, como Kleber Mendonça Filho, Camilo Cavalcanti, Marcelo Pedroso e Gabriel Mascaro. Em 2007, estreou como roteirista e diretor em longa-metragem. De lá para cá, colaborou com a direção dos curtas Sob a Pele (2011), junto com Pedro Sotero e de Soledad (2015), junto com Joana Gatis e Flávia Vilela. Como montador, assinou a edição dos longas O Nó do Diabo (2017), produção coletiva da produtora Vermelho Profundo e de Brasil S/A, de Marcelo Pedroso, pelo qual conquistou o prêmio de Melhor Montagem no Festival de Brasília de 2014. Atualmente, segue com a finalização de Propriedade, seu segundo projeto de longa metragem – uma parceria Símio Filmes e Vilarejo Filmes.

Pedro Sotero – o Diretor de Fotografia

Nascido em Pernambuco, onde desenvolveu uma consistente filmografia de curtas e longas-metragens, trabalhou em projetos de jovens e renomados diretores pernambucanos como Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles, Paulo Caldas, Gabriel Mascaro, Leonardo Lacca, Daniel Bandeira, entre outros. Seu sucesso expandiu para o Brasil e mundo, fotografando mais de 15 longas metragens, que incluem três seleções oficiais no festival de cinema de Cannes: Aquarius (competição oficial 2016), Gabriel e a Montanha (semana da crítica 2017) e Bacurau (competição oficial – prêmio especial do Júri 2019); também ganhou o prêmio de melhor fotografia por ROJO no festival internacional de San Sebastian (2018). Em 2019, trabalhou na pesquisa, roteiro e fotografia do filme instalação SWINGUERRA, obra selecionada para representar o Brasil na Bienal de Veneza.

Juliano Dornelles – o Diretor de Arte

Juliano Dornelles é roteirista, diretor de arte e diretor. Desde 2004, atua como colaborador criativo em projetos de realizadores como Kleber Mendonça Filho, Daniel Bandeira, Marcelo Pedroso e Leonardo Lacca.

Como diretor e roteirista, em 2011, lançou o curta Mens Sana In Corpore Sano no 64o Festival de Locarno, onde ganhou o prêmio especial do júri. Seu longa Bacurau, co-escrito e co-dirigido com Kleber Mendonça Filho, tornou-se o filme brasileiro mais aclamado de 2019, alcançando a marca de 800 mil espectadores nos cinemas brasileiros e vencendo o prêmio do júri no Festival de Cannes, além de diversos outros prêmios internacionais. Atualmente, Juliano tem dois projetos autorais em desenvolvimento, O AtelieÌ‚ da Rua do Brum, em fase de pós-produção, e o roteiro original de The Blue Island.

Cartaz oficial de "Amigos de Risco" - Divulgação
Cartaz oficial de “Amigos de Risco” – Divulgação

SERVIÇO

Estreia SP e RJ – filme AMIGOS DE RISCO

01 de junho

Rio de Janeiro (RJ) – IMS
São Paulo (SP) – IMS

02 de junho

Porto Alegre – Cine Bancários

Estreia Nacional AMIGOS DE RISCO – 19 de maio

Recife (PE):
°Cinema São Luiz – com debate (19h30)
° Cinema do Museu
° Cinema da FUNDAJ – debate em 21.05 (19h30)

Aracaju (SE) – Cine Vitória

Afogados da Ingazeira (PE) – Cine Pajeú

Fortaleza (CE) – Cine Dragão

Goiânia (GO) – Cine Cultura

Maceió (AL) – Cine Arte Pajuçara

Manaus (AM) – Casarão de Ideias

Palmas – (TO) – Cine Cultural Palmas

Dentista catarinense vence Mister Brasil 2022 e disputará título mundial na Polônia

0

O dentista catarinense Guilherme Werner, 27, teve o melhor desempenho e foi consagrado, na madrugada do último domingo (8), como o Mister Brasil CNB 2022. Com a faixa de Caminhos do Contestado (SC), Werner superou outros 40 candidatos e conquistou a vaga para defender o país no mundial Mister Supranational, que será em julho, na Polônia. Guilherme é o segundo catarinense a ocupar o trono nacional, sucedendo o joinvilense Matheus Song, de 2017.

Guilherme Weber – Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação
Guilherme Weber
Guilherme Weber – Divulgação

O dentista decidiu, recentemente, dedicar-se ao sonho de construir uma carreira no mundo do entretenimento, como ator e modelo. Apaixonado por animais, gosta de participar como voluntário de ações e projetos que promovem a proteção de bichos.

“Foi uma jornada intensa, e estou muito feliz de dar mais esse passo rumo ao meu sonho. O concurso foi bem competitivo este ano, e vou fazer meu melhor para trazer a faixa de Mister Supranational para o nosso Brasil!”, disse ele, logo após o anúncio da vitória, em evento realizado no Sibara Hotel, na cidade litorânea de Balneário Camboriú (SC).

Como vice-campeão ficou o seu conterrâneo Alisson de Liz, Mister Santa Catarina, seguido pelo Mister Rio de Janeiro, Felipe Lisita, em terceiro. Completaram o Top 6 os misters Guanabara, Lucas Laet (4º), Rio Grande do Norte, David Miranda (5º) e Rondônia, Naraiel Ferrari (6º lugar).

Guilherme Weber - Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação
Guilherme Weber - Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação
Guilherme Weber - Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação

Entraram no Top 10 da final os representantes de Grande BH, Maranhão, Minas Gerais e Planalto da Borborema (PB). No primeiro corte, do Top 21, estavam ainda os misters Atol das Rocas (RN), Ceará, Goiás, Ipiranga (SP), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pampa Gaúcho (RS), Pernambuco, Rio Grande do Sul, Roraima e Zona da Mata Mineira (MG).

Vale destacar que Guilherme defendeu a faixa de “Caminhos do Contestado”, região de Santa Catarina onde fica Mafra, sua cidade natal, pois o Mister Brasil CNB tradicionalmente aceita, além das 27 Unidades de Federação brasileiras, candidatos de regiões turísticas ou de interesse econômico do país.

Guilherme Weber - Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação
Guilherme Weber - Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação
Guilherme Weber - Divulgação
Guilherme Weber – Divulgação

Quem passou o posto na ocasião foi o modelo amazonense William Gama, titular da última edição. Antes deles, levaram o título de Mister Brasil CNB grandes personalidades da mídia e do mundo da moda, como o modelo Lucas Gil (2007), o ex-BBB Jonas Sulzbach (2010), e os atores globais Lucas Malvacini (2011) e Anderson Tomazini (2016).

PRÊMIOS

A final do Mister Brasil CNB 2022 foi apresentada pela dupla Lorena Rodrigues, Miss Grande Brasil 2021, e Deise Benício, Miss Supranational Brasil 2021. No mix corpo de jurados, estavam muitas presenças internacionais, que inclui personalidades do setor do entretenimento de Los Angeles (EUA), Londres (Reino Unido), Filipinas e Venezuela.

Ao lado do dentista, entre os candidatos deste ano havia engenheiros, médicos, outros aspirantes a ator, personal trainers, um bailarino clássico e até um imitador de personalidades.

Com o título, Guilherme ganhou uma bolsa de estudos e o novo cetro do concurso, uma peça exclusiva criada pelo designer de joias Tiago Seixas. Entre outros prêmios, estão na lista uma viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e outra a Los Angeles, na Califórnia (EUA). No âmbito social, o 14º Mister Brasil CNB será um embaixador da luta contra a hanseníase no Brasil.

Dentista catarinense vence Mister Brasil 2022 e disputará título mundial na Polônia
Foto: @ricardo_siviero/Divulgação

No desafio que viverá em julho na Polônia, Guilherme terá a seu lado a paulista radicada no Paraná Giovanna Reis, 21, vencedora da etapa feminina, o Miss Supranational Brasil 2022, na sexta (6).

Se as misses ainda lutam para chegar ao top 5 do mundial, do lado dos homens a situação é bem diferente. Isso pois nas 5 primeiras edições do concurso, o Brasil quase sempre bateu na trave: foram um vice-campeonato (Ítalo Cerqueira, em 2019), dois terceiros lugares (Samuel Costa, em 2018, e Matheus Song, em 2017), além de um quarto lugar (Bruno Vanin, em 2016). O Brasil não conseguiu classificação apenas em 2021.

Uma curiosidade do concurso é que William Gama não disputou o Mister Supranational 2021, no qual foi substituído pelo segundo colocado, o gaúcho João Henrique Lemes. Mesmo assim, ele deve competir até o fim deste ano no Mister Global, representando o Brasil.

Outro ponto curioso é que esta foi a última chance para os homens casados e/ou que são pais, disputarem o título. A partir de 2023, o concurso internacional (Mister Supranational) igualará as regras às do certame feminino, aceitando apenas homens solteiros, não divorciados e que não sejam pais. “Até que as regras mudem para as mulheres também, achamos justo que elas sejam as mesmas para ambos os sexos”, explicou Andre Sleigh, diretor criativo dos concursos Miss e Mister Supranational.

Tetracampeão da LCS, Biofrost revela ser gay e relata homofobia na comunidade gamer

0

Vicent “Biofrost”, de 25 anos, tetracampeão da LCS (League Championship Series) e suporte do time Dignitas, declarou ser gay em uma publicação no Twitter. Na postagem, o jogador falou sobre as dificuldades enfrentadas na indústria dos jogos eletrônicos devido a sua sexualidade, e pediu mais consciência na comunidade dos video games. Com informações do GE Globo.

Uma das personalidades mais vencedoras da história da Liga norte-americana, Biofrost revelou enfrentar dificuldades desde a infância por ser gay. Nascido na China e naturalizado canadense, ele contou que desde os oito anos de idade já sofria com comentários homofóbicos.

Biofrost (Foto: Reprodução/ Instagram)

Aos oito anos, eu fui bombardeado por comentários homofóbicos e sexistas dentro de casa, e sempre que eu fazia alguma coisa que não fosse considerada ‘viril’, me diziam: ‘por que você está agindo como uma menina?’ e para parar de ser ‘gay’. Eu estava muito consciente de como agir e tentava não parecer ‘gay’, mas eu ainda sofria bullying constantemente na escola. Nenhuma criança deveria se sentir como se não pertencesse a algo”, escreveu Biofrost

O jogador também comentou que trabalhar na indústria dos jogos eletrônicos trouxe ainda mais dificuldades para lidar com sua sexualidade. Biofrost contou que sofreu com comentários homofóbicos em quase todos os times em que jogou e sentiu medo de perder o emprego caso contasse a verdade sobre a sua sexualidade aos colegas.

Biofrost (Foto: Reprodução/ Instagram)

Biofrost diz que não acredita em uma solução rápida para o preconceito, homofobia e sexismo na indústria dos jogos, mas que o caminho para a melhora começa com a comunidade se mantendo o respeito: “Precisamos educar as pessoas nos esportes eletrônicos sobre a conduta adequada no local de trabalho”.

Após contar no Twitter que é gay, personalidades como o Soren “Bjergsen”, da Liquid, e o ex-jogador profissional de LoL, Yiliang “Doublelift” expressaram solidariedade e carinho por Biofrost. “Você sempre será um dos meus melhores amigos e estou muito orgulhoso de você por postar isso“, disse Doublelift.

O jovem ainda expressou sua surpresa com a repercussão da publicação, que já passa de 173 mil curtidas no Twitter, e disse se sentir mais esperançoso após as reações: “Eu não esperava tanto apoio e isso me deixa esperançoso com a mudança que podemos fazer nesta comunidade. Estou incrivelmente agradecido por todos vocês”.

Aplicativo Grindr estreará na Bolsa valendo US$ 2,1 bilhões

0

O aplicativo de encontros gays, Grindr, anunciou na última segunda-feira, dia 9 de maio, que concordou em abrir o capital por meio de uma fusão com a Tiga Acquisition, uma sociedade de propósito específico (Special Purpose Acquisition Company, ou SPAC), em uma operação que o avaliaria inicialmente em US$ 2,1 bilhões.

A combinação de negócios dará cerca de 384 milhões de dólares para investir em infraestrutura e ferramentas de monetização, com o objetivo de atrair e reter mais pessoas, além de diversificar a receita.

“Temos uma marca global presente em quase todas as partes na comunidade a que servimos, um tamanho impressionante, uma taxa de interação dos nossos usuários e uma margem operacional entre as melhores do setor, e iniciamos recentemente nosso percurso em termos de monetização e crescimento”, destacou Jeff Bonforte, CEO do Grindr, citado em comunicado.

A empresa também comunica sobre a “missão a serviço da comunidade LGBTQ+” e seu potencial, considerando que o mercado-alvo “cresce rapidamente” e que o aplicativo atinge 2% do mercado no momento. Eles também comunicam que 80% dos usuários do Grindr têm menos de 35 anos.

“O número de pessoas que se identificam como parte da comunidade queer aumentou drasticamente”, disse Bonfort, acrescentando que isso se deve ao fato de as pessoas se sentirem mais seguras ao abraçar sua identidade.

Por outro lado, o Grindr enfrenta problemas em vários países. A Noruega processou o app por ter compartilhado dados pessoais ilegalmente, resultando em uma multa de 6,3 milhões de euros. Na China, onde o casamento homoafetivo é proibido e as questões LGBTQIA+ continuam sendo tabu, ele também foi censurado.

Ao longo de seus 13 anos de história, o Grindr teve vários proprietários. Em 2020, a chinesa Beijing Kunlun Tech vendeu a empresa para a San Vicente Acquisition Partners por US$ 600 milhões, depois que os reguladores dos EUA pediram uma alienação devido a preocupações com títulos nacionais.

Tom Hiddleston sobre bissexualidade de Loki: “Um pequeno passo, mas ainda falta muito”

0

Loki”, uma das primeiras séries da Marvel no Disney+, serviu para dar mais complexidade ao personagem interpretado por Tom Hiddleston. Ao longo da trama, o protagonista revela ser bissexual para Sylvie (Sophia Di Martino). O ator refletiu sobre a importância desse momento para os fãs e franquia. Com informações da do site Rolling Stone.

No terceiro episódio da primeira temporada, Loki e Sylvie conversam sobre a vida amorosa. “E você? Você é um príncipe. Deve ter sido pretensas princesas ou, talvez, outro príncipe,” indaga a personagem de Di Martino. “Um pouco dos dois. Suspeito que o mesmo ocorra com você“, responde o protagonista.

Loki (Foto: Reprodução)

A conversa entre os personagens foi responsável por tornar Loki o primeiro protagonista LGBTQIA+ da Marvel. “Espero que o fato de Loki se assumir bissexual tenha sido significativo para os espectadores da série. Foi um pequeno passo, e ainda falta muito. Mas foi definitivamente importante para todos nós,” afirmou Tom Hiddleston em entrevista ao The Guardian.

Após o episódio ir ao ar, criadores e diversos fãs do seriado comemoraram a cena. Em seu Twitter, Kate Herron, diretora de “Loki”, disse como o capítulo era muito importante para ela, já que também é bissexual. Entretanto, outros fãs criticaram a falta de profundidade trazida à sexualidade de ambos personagens.

“Loki” foi criada por Michael Waldron e teve sua primeira temporada dirigida por Kate Herron. A série traz Hiddleston de volta como o deus da trapaça, trabalhando ao da personagem Sylvie.

Exclusiva do Disney+, a série tem os seis episódios de sua primeira temporada disponíveis na plataforma de streaming. A segunda temporada ainda não tem data de lançamento prevista.

Loki e Sylvie (Foto: Reprodução)

Freguesia do Ó, em SP, recebe primeira edição do “Babadó”, mostra cultural LGBTQIA+

0

A “Babadó – Mostra Cultural LGBTQIA+” é uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo já que o projeto foi contemplado pelo PROAC e terá 100% de verba pública. A produção do evento é da empresa Renata Poskus Eventos e Comunicação e conta com apoio da Secretaria de Cultura Municipal de São Paulo e da Casa Municipal de Cultura Salvador Ligabue.

O evento acontecerá no sábado, 18 de junho, das 10 às 21 horas. Todas as atividades da Mostra Cultural são gratuitas e abertas ao público em geral e de todas as idades, de crianças a idosos, para as oficinas artísticas que acontecem durante o dia e a partir de 16 anos para os pocket shows que serão realizados a noite.

O objetivo é oferecer programação cultural gratuita, informação, diversão e cidadania para a população que mora na região da Zona Norte da capital paulista, principalmente Freguesia do Ó e bairros limítrofes como Lapa, Pirituba, Brasilândia e Vila Nova Cachoeirinha, na véspera da Parada LGBTQIA+ de São Paulo.

O projeto visa contribuir com políticas de combate ao preconceito de gênero e sexual, colocando como protagonistas das atividades membros da comunidade LGBTQIA+ e promover uma interação entre a comunidade LGBTQIA+ e o público heterossexual, rompendo com preconceitos e tabus, através de atividades conjuntas que prezam pelo respeito à diversidade.

Na programação da Mostra Cultural estão oficinas de artes plásticas, de dança do ventre, de ballet, de montação, maquiagem e performance de drags queens, oficina de modelos LGBTQIA+, oficina de teatro e expressão corporal para idosos. Todas as oficinas terão indicação de idade livre e serão realizadas no salão e/ou sala de artes da Casa de Cultura.

À noite, serão dois shows de Stand up: um com a drag queen Silvetty Montilla e o “Em Transe”, com João Bubiz. Por tratar de assuntos maduros, os shows terão classificação etária de 16 anos.

Os shows acontecerão no anfiteatro da Casa de Cultura, permitindo maior controle do público, dentro das recomendações de idade e também em relação à saúde devido ao Covid-19.

Renata Poskus, diretora da Renata Poskus Eventos e Comunicação, declara: “Moro na Freguesia do Ó e trabalho na área de eventos há 12 anos, geralmente realizando em outros locais da capital paulista, mas sempre tive a vontade de fazer alguma ação no bairro em que vivo e que é carente de programação cultural gratuita, então desenvolvi o projeto Babadó e inscrevi nos editais do PROAC da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo” e completa:”O Babadó foi selecionado e estamos confiantes no sucesso do projeto pensado para a comunidade LGBTQIA+ e fora do circuito tradicional do roteiro da Parada LGBTQIA+ da cidade”.

Freguesia do Ó recebe primeira edição "Babadó", mostra cultural LGBTQIA+
Silvetty Montilla estará no evento – Foto: divulgação

Programação completa da Mostra Cultural:

10H às 12h – OFICINA DE ARTES PLÁSTICAS

Os alunos produzirão coletivamente um mural feito com papel craft, jornal, cola e tinta guache, com as cores da bandeira LGBTQIA+. O trabalho será exposto na parede da Casa de Cultura Salvador Ligabue, durante todo o mês. Não há limite de idade para esta atividade.

12h às 13h – OFICINA DE MODELOS LGBTQIA+

Moda é cultura. E ser modelo é ser artista. Nesta oficina, os aspirantes à modelo aprenderão técnicas de passarela e poses fotográficas. Terão dicas sobre o mundo da moda e da carreira.

13h às 14h – OFICINA DE LGBALLET+

Uma aula de ballet para quem sempre sonhou em ser bailarinx e nunca fez uma aula. Com músicas de divas do pop. A atividade será para pessoas que nunca tiveram contato com a dança. Uma experiência divertida e enriquecedora.

14h às 15h – OFICINA DE DANÇA DO VENTRE

Homens também podem dançar a dança do ventre. Uma aula fascinante para todXs! Não precisa ter experiência.

16h às 17h – OFICINA DE EXPRESSÃO CORPORAL E TEATRO

Esta aula será voltada para idosos, mas o convite fica estendido também para toda a família. Uma aula de improvisação e autoconhecimento, com muita diversão.

17 às 19h – OFICINA DE MONTAÇÃO DE DRAGS

Uma oficina que vai explicar o be-a-bá para quem quer aprender na prática como se transformar em Drag Queen.

Shows

19 às 20 horas – Stand up com Silvetty Montilla, conhecida como a RuPaul brasileira

20 às 21 horas – “Em Transe” com João Bubiz, o primeiro homem trans comediante do país.

Os ingressos para os shows devem ser retirados meia hora antes do horário do espetáculo.

Serviço

Babadó Mostra Cultural LGBTQIA+

Data: sábado, 18 de junho
Horário: das 10 às 21 horas
Local: Casa Municipal de Cultura da Freguesia do Ó Salvador Ligabue – Largo da Matriz, 215.
Grátis
Oficinas artísticas para todas as idades (todos são bem-vindos, de crianças a idosos)
Shows de Stand up – idade mínima 16 anos