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“LGBT+ Turismo Expo” chega ao Rio de Janeiro com foco na capacitação de profissionais

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No dia 26 de junho a LGBT+ Turismo Expo chega ao Rio de Janeiro. Após criar e dirigir cinco edições do maior encontro B2B de turismo LGBT+ da América Latina, o executivo Alex Bernardes dá um passo à frente e apresenta ao mercado o seu novo produto.  O evento migra da capital paulista para a Cidade Maravilhosa e abre novas frentes para reforçar seu papel na geração de conhecimento e reflexão sobre as demandas desse perfil de viajante.

A ida do evento para o Rio de Janeiro em 2022, com a apresentação da Setur-RJ e TurisRio, insere ainda mais o encontro no contexto de atração do viajante LGBT+. “O Rio de Janeiro é porta de entrada para o turista LGBT no Brasil, mas a cidade nunca tinha feito um grande evento de profissionalização para a cadeia de atendimento. Isso nos aproximou da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro e o desenrolar das conversas culminou na mudança de cidade“, revela Bernardes.

A LGBT+ Turismo Expo que está vindo para o Rio de Janeiro mostra a força e a importância do turismo LGBT+. Esta é uma das marcas do Rio de Janeiro e reforça o compromisso do nosso destino com o bem receber das pessoas, o bem receber da diversidade. Os cariocas abraçam todos os seus visitantes, com todas suas características, diversidades, culturas, gente do mundo inteiro e o evento reforça essa nossa vocação para o estado do Rio de Janeiro“, celebra Sávio Neves, secretário de estado de Turismo do Rio de Janeiro.

A “LGBT+ Turismo Expo” segue voltada à capacitação dos profissionais do turismo por meio de palestras, workshops, debates e cases de sucesso. “As reflexões ajudam agentes de viagens, operadores, hoteleiros e todos os que trabalham na indústria a expandir o escopo de atuação, apoiando todo o trade no desenvolvimento de produtos e serviços voltados ao turista LGBT+“, explica Bernardes.

A “LGBT+ Expo Turismo” será realizada no Fairmont Rio de Janeiro Copacabana, com expectativa de receber 450 participantes — 20% a mais que em 2019, última edição 100% presencial. “O cenário não poderia ser melhor! Além da estrutura completa e da localização privilegiada, o hotel é membro da IGLTA, cumprindo todas as premissas da Associação e da própria Accor, que executa um trabalho fantástico dentro do segmento“, destaca Bernardes.

Os debates programados para este ano incluem temas como grandes eventos, sazonalidade e empregabilidade: Painel 1: Importância do turista LGBT+ em grandes eventos; Painel 2: Turismo LGBT+ como alternativa para movimentação na baixa temporada; Painel 3: Empregabilidade LGBT+ no setor de turismo; Painel 4: Turismo LGBT+ em destinos menores.

Além disso, a “LGBT+ Expo Turismo” terá uma palestra especial com Leandro Aragonez, coordenador de parceiros globais da IGLTA, intitulada “Como ser assertivo no marketing de atração de turistas LGBT+”.

Serviço

LGBT+ Expo Turismo

Quando: 26 de julho de 2022, das 8h30 às 18h;
Onde: Fairmont Rio de Janeiro Copacabana.

Majur apresenta o álbum “Ojunifé” em show no Sesc Vila Mariana

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Nesta sexta-feira (8), o Teatro Antunes Filho, no Sesc Vila Mariana, recebe o show “Ojunifé” da cantora  Majur. A apresentação que leva o nome do álbum de estreia da artista:  mescla simbolismos da cultura afro-brasileira com elementos do pop. Os ingressos já estão disponíveis para compra online, através Portal Sesc SP, e presencialmente, nas unidades do Sesc em todo o Estado. 

O termo “Ojunifé” vem do idioma iorubá e significa “olhos do amor” e  simboliza o amadurecimento pessoal e artístico da cantora baiana e dá o tom do atual momento de sua carreira. Com participações de Luedji Luna e Liniker, produção assinada por Ubunto e Dadi e direção musical da própria artista, o álbum explora as diversas facetas de Majur, indo a fundo em suas vivências, amores e reflexões. 

Majur (Foto: Mar+Vin)

“É a minha vida sendo aberta pro mundo, inspirando a viver. Estou muito orgulhosa e emocionada de estar rompendo tantas barreiras“, comemora Majur. Sobre as referências musicais do novo trabalho, ela comenta: “Ojunifé é AfroPop, toques alternativos, claves de matrizes africana e indígena, em harmonia com o beat no pop, soul, R&B“. 

Majur se define como uma cantora baiana afrofuturista. Suas composições mesclam o soul, manipulações tecnológicas e claves de matrizes africanas e indígenas. Ganhou notoriedade nacional com o EP “Colorire ampliou seu alcance quando participou de “AmarElo“, faixa de Emicida com Pabllo Vittar e sample de “Sujeito de Sorte“, de Belchior. 

Serviço 

MajurShow do disco Ojunifé 

Quando: Dia 8 de julho, sexta-feira, às 21h;
Onde: Teatro Antunes Filho – Sesc Vila Mariana (Rua Pelotas, 141, Vila Mariana – São Paulo);
Classificação: 12 anos;
Ingressos: disponíveis online, pelo Portal Sesc SP aqui, e presencialmente, nas unidades do Sesc em todo o Estado – R$ 12 (credencial plena); R$ 20 (meia-entrada); e R$ 40 (inteira).

Espetáculo discute as escolhas de vida feitas a partir do diagnóstico do HIV

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Neste sábado (9) e domingo (10), o espetáculo “Da Razão do Vermelho” será apresentado no  Centro Cultural da Diversidade (CCD), em São Paulo. A montagem, que surgiu a partir de um diagnóstico de HIV, é de autoria de Rafael Bolacha.  

“Da Razão do Vermelho”  tem como objetivo discutir e divulgar questões relacionadas ao cotidiano das pessoas que vivem com HIV no Brasil.  O espetáculo de dança está integrando o circuito municipal de cultura de São Paulo. Ao todo, serão quatro apresentações gratuitas em espaços da cidade – nos dias 07 e 13 de agosto, a peça será apresentada novamente no CCD.

Espetáculo “Da Razão do Vermelho” (Foto: Raphael Garcia)

Os textos do blog “Uma Vida Positiva”, que ultrapassou os 100 mil acessos, forneceram material e inspiração para o livro homônimo – que foi adotado pela Columbia University de Nova York, como material de apoio para uso em sala de aula. Agora, o projeto ampliou a discussão dos desafios da vida dos soropositivos por meio de outros segmentos artísticos. 

Durante o espetáculo, o corpo é quem fala sobre os seus anseios e cicatrizes. Três bailarinos/intérpretes encaram o desafio de transformar as palavras em movimento. Os artistas em cena em alguns momentos buscam o íntimo e pessoal e, em outros, levam a sua vivência para um contexto social. Palavras, sons e silêncios dão ritmo a este espetáculo que mistura muita informação e sensibilidade. 

O cenário foi desenvolvido pelo coreógrafo Edson Fernandes, que também é artista plástico. Poucos objetos e alguns microfones suspensos simbolizam a comunicação, a palavra, e o ato de exteriorizar o que se passa na consciência desta sociedade atual. A música é concebida para quinteto de cordas e percussão e acompanha o discurso reflexivo da coreografia criada especialmente por Victor Astorga para o projeto. 

Espetáculo “Da Razão do Vermelho” (Foto: Raphael Garcia)

Serviço

Da Razão do Vermelho

• Julho
Sábado 09/07 – 20h | CCD – Centro Cultural da Diversidade (Rua Lopes Neto , 206);
Domingo 10/07 – 19h | CCD – Centro Cultural da Diversidade (Rua Lopes Neto , 206);

• Agosto
Domingo 07/08 – 16h | Centro Cultural Olido (Avenida São João, 473);
Sábado 13/08 – 20h | Centro Cultural da Diversidade (Rua Lopes Neto, 206).

MC não binária, Devilzinha vence edição diversidade da Tradicional Batalha do Real

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No último sábado (02), foi realizada a Tradicional Batalha do Real 19 anos, realizada na Lapa, pela Brutal Crew. E quem levou o título maior dessa edição foi Devilzinha, de 20 anos. Estudante de filosofia na Universidade Estadual Rio de Janeiro (Uerj), a MC mora no Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro:  se identifica como uma pessoa não binária.

A disputa ainda teve como destaques Camilla Red e Athena, que ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. A edição de 19 anos da Tradicional Batalha do Real ainda terá mais duas batalhas, com recursos do Edital de Fomento à Cultura Carioca (FOCA).

Devilzinha e Camilla Red (Foto: Beto Padilha)

A minha história com o rap começou no final de 2019, em setembro, quando participava de batalhas de rima on line. Comecei a frequentar batalhas de rua e, a partir daí, foi uma atrás da outra, tendo me destacado na Batalha do Coliseu, conhecida nacionalmente pelo alto nível“, conta a MC, que é fã da rapper trans Monna Brutal, sua grande motivação para seguir o caminho do rap.

Ela é muito bala, minha referência máxima. Até então, não me identificava como LGBTQIAPN+ publicamente, sempre soube, mas não era público, assinava como Devil”, desabafa a artista, que também trabalha como assistente administrativo. “Importante a Batalha do Real tomar partido. Realizei um sonho de muito tempo, bati na trave algumas vezes. Me senti representada e representando outras pessoas“, analisa.

Essa edição da Tradicional Batalha do Real 19 anos, comemora quase duas décadas da mais importante e conceituada batalha de rima da América Latina, com MCs de todo o Rio de Janeiro disputando o título.

A batalha, marcada pela inclusão, contou com intérpretes de Libras e seis MCs LGBTQIA+ e mulheres: Camilla Red (Batalha do Tank), Tarzan__mc (Marginow), Devilzinha (Batalha do Fort), Athena (Batalha da Helianto), Kat Paixão (Roda cultural central) e AnjosMC (Roda Cultural Cidade de Deus).

A tarde e a noite ainda tiveram participação de artistas da comunidade Ballroom Rio, como Aika e Rothier:  DJs PamBelli e LP.e shows de Ainá The Laquisha
,Tony, Tonny Hyung e WinniT. ficou em terceiro lugar na edição de 18 anos da Batalha do Real, no ano passado.

(Foto: Beto Padilha)

Filme “De Repente Drag” chegará aos cinemas no dia 4 de agosto

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Após abrir o Rio LGBTQIA+ Festival de Cinema 2022, “De Repente Drag” estreia nos cinemas dia 4 de agosto, com distribuição da Elo Company e produção da Matraca Entretenimento.

A história conta a vida de Julião Siqueira, que está cansado de ser piada na emissora onde trabalha e decide que é hora de mudar. Ele encontra a drag queen Lohanny, envolvida em um caso de tráfico de pessoas. Julião vê no caso de Lohanny a oportunidade para sua mudança de cargo, mas precisará entrar no universo drag e aprender grandes lições.

Com roteiro e direção de Rafaela Gonçalves e filmado em São Luís do Maranhão, o longa-metragem acompanha Julião (Ruan do Vale), um repórter cansado de ser a piada no jornal onde trabalha. Com sorte, ele e sua amiga Yasmin (Brena Maria) esbarram em Lohanny (Frimes), que denuncia um caso de tráfico de pessoas após participar do maior concurso de Drags do Nordeste, na agência NorDrags. Julião percebe ali, sua oportunidade de mudança de cargo mas, para isso, vai precisar se despir dos pré-conceitos e mergulhar no universo Drag, como parte de sua investigação.

O filme, que fez parte do Selo ELAS 2020 – iniciativa da Elo Company que visa fomentar o cinema feito por mulheres, na intenção de impulsionar a equidade de gênero no audiovisual – é o primeiro longa-metragem do Maranhão a ter uma diretora preta; e o segundo da história do Estado a ter uma diretora mulher (o primeiro foi em 2019): “Nós mulheres, sobretudo nós mulheres pretas e também como parte da comunidade LGBT, precisamos ocupar estes espaços de liderança no audiovisual para que nossas vivências e visões de mundo também sejam levadas em consideração, para que possamos falar de nós para nós mesmas, mas também para o maior número de pessoas possível”, diz Rafaela Gonçalves.

De Repente Drag” mistura comédia e suspense, e apresenta um elenco diverso e com participações especiais. Silvero Pereira foi o ator convidado para o longa e interpreta Pepita Ruiz, uma pessoa importante para a investigação de Julião. Além de Silvero, o filme conta com as participações especiais de Kaya Conky, Pepita, Potyguara Bardo, Rochelle Santrelly, Sangalo Schneider, Silvetty Montilla e Tchaka.

O longa estará em cartaz em cinemas das praças de São Luís do Maranhão, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, a partir do dia 04 de agosto.

FICHA TÉCNICA “DE REPENTE DRAG”

  • Diretora/Roteirista: Rafaela Gonçalves
  • Diretor De Fotografia: Roman Lechapelier
  • Produtora Executiva: Sheury Manuela Neves
  • Distribuidora: Elo Company
  • Produtora: Matraca Filmes
  • Community Manager: Aiara Dália
  • Diretora  de Arte: Neila Albertina
  • Preparador de Elenco: Hilter Frazão
  • Diretor De Som: Marcos Gatinho

Monólogo dedicado à Madame Satã terá novas apresentações em São Paulo

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Nos dias 8, 9 e 10 de julho, o espetáculo “Madame” estará em cartaz no Teatro Oficina, em São Paulo. A montagem teatral é assinada pelo dramaturgo Márcio Telles, da Companhia Odara, com direção de Marcelo Drummond.

O monólogo tem o próprio Márcio interpretando Madame, figura emblemática que ora está com vestidos, lenços e maquiagem, ora traz para o palco a malandragem características do famoso capoeirista boêmio, Madame Satã (1900-1976), a quem Márcio dedica o espetáculo. 

Em um mistura bem equilibrada entre manifesto político e o escracho elegante, Madame convida o público a vivenciar o ambiente de seu cabaré, compartilhando suas cicatrizes, trajetória, percepções e a subversão da qual o seu corpo preto é protagonista e, por isso mesmo, perseguido. No espetáculo, o sagrado e o profano se juntam para celebrar narrativas de resistência

Ambientado em seu camarim, a transformação de Madame é descrita por partes: “Troca de figurino como quem troca de pele, a serpente do arco-íris de Oxumarê. O Ouroboros que pica com seu veneno e também transmuta para a cura. Se despe das sombras de suas cicatrizes e traumas para dar luz a uma figura envolvente com seus enredos, sotaques e mandingas, percorrendo caminhos circulares e ancestrais das encruzilhadas, madrugadas, terreiros de candomblés e a apoteose do Carnaval”.

(Foto: Jennifer Glass)

Serviço

Datas: 8, 9 e 10 de julho – sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h.
Local: Teatro Oficina | Rua Jaceguai, 520 – Bixiga
Duração: 120 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos aqui -  R$50 inteira / R$25 meia

 

Telecine realiza bate-papo LGBTQIA+ no Twitter com Silvero Pereira, Beta Boechat e Muka

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O Mês do Orgulho LGBTQIA+ já acabou, mas a campanha do Telecine em celebração a data continua e traz mais uma ação que visa a inclusão, diversidade e respeito. Neste domingo (3), às 16h, o canal se junta ao jornalista Murilo Ribeiro, o Muka, para promover um papo especial no Spaces do Twitter, com três representantes da comunidade.

Silvero Pereira, artista e ativista da causa, é um dos convidados e participa do debate que promete abordar marcos da vida de uma pessoa LGBTQIA+: o momento da descoberta, a “saída do armário” e a rede de apoio.

Mulher trans não-binária, Beta Boechat, que é publicitária, consultora de diversidade e inclusão, fundadora da FALA. agency e sócia do Movimento Corpo Livre, também integra a  conversa. O time fica completo com a designer e influenciadora Yas Campbell, integrante do Colorbar, grupo LGBTQIA+ do Telecine.

Beta Boechat (Foto: Reprodução)

A partir do conceito “O cinema tem sempre uma boa história. E um final feliz cabe em todas“, o coletivo Colorbar criou ações variadas para celebrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+, como a vinheta narrada por Silvero Pereira. No vídeo, cenas de filmes com a temática e cheios de superação se misturam, e são traduzidas em imagens mostrando como todo fim pode ser diferente e motivador.

Durante o mês de junho, com intuito de aprofundar as conversas sobre o tema nas redes sociais, o grupo ainda lançou o manual de como ser um aliado de orgulho. O Colorbar surgiu em 2020, organicamente entre os funcionários do Telecine, para reforçar a conscientização no ambiente corporativo e engajar a equipe durante todo o ano pela causa.

Editoras Ática e Scipione destacam 4 livros infantojuvenis para abordar diversidade sexual e de gênero

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Pensando em formas de contribuir para uma educação mais plural e acolhedora, as editoras Ática e Scipione selecionaram, neste mês de junho, quatro livros que ajudam a inserir jovens leitores no debate de gênero por meio da leitura, trazendo referências mais diversas ao imaginário infantojuvenil:

• “Do jeito que a gente é”, Márcia Leite

“Do jeito que a gente é” conta a história de Beá, uma menina de 14 anos que detesta sua aparência, e de Chico, um garoto de 17 anos que está tentando se declarar gay. Apesar de caminhos distintos, Beá e Chico lidam com angústias e inseguranças parecidas; e suas histórias acabam se cruzando quando a mãe dela e o pai dele resolvem se casar.

Capa – “Do jeito que a gente é”, Márcia Leite (Foto: Reprodução)

• “Bom-crioulo”, Adolfo Caminha

“Bom-crioulo” conta a história de Amaro, um escravo fugido que ingressa na Marinha, pois acreditava que a liberdade do alto-mar deveria compensar o trabalho árduo. No entanto, lá ele continua a levar chibatadas. Como escape para esse ambiente hostil, Amaro deposita no jovem e dedicado Aleixo seu carinho e sua paixão. Escrita por Adolfo Caminha e publicada em 1895, a obra é considerada uma das mais ousadas do século XIX por ser o primeiro grande romance brasileiro a abordar a homossexualidade como assunto central. 

Capa – “Bom-crioulo”, Adolfo Caminha (Foto: Reprodução)

• “A história de Júlia e sua sombra de menino”, de Anne Bozellec

O livro “A história de Júlia e sua sombra de menino” foi escrito pelo parisiense Christian Bruel, em 1976, e põe em pauta assuntos importantes como estereótipos de gênero, identidade e relações familiares, pois a história gira em torno de uma menina que é muito criticada pelos pais devido ao seu jeito “meio moleque”. 

Capa – “A história de Júlia e sua sombra de menino”, de Anne Bozellec (Foto: Reprodução)

• “O planeta eu: Conversando sobre sexo”, de Liliane Iacocca e Michele Iacocca

“O Planeta Eu” é um livro bem lúdico e educativo que responde às dúvidas de dois pré-adolescentes que recorrem a seus pais, amigos e livros para entender temas ligados ao sexo, desde como nascem os bebês até orientação sexual. O livro vem para quebrar tabus que rondam o assunto e naturalizar conversas relacionadas ao sexo com pré-adolescentes, já que as dúvidas são muito comuns e costumam surgir nessa fase.

Capa – “O planeta eu: Conversando sobre sexo”, de Liliane Iacocca e Michele Iacocca (Foto: Reprodução)

Leilão dos figurinos usados por celebridades em “Drag Me As a Queen” encerra nesta quinta-feira

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O E! Entertainment doou os figurinos usados pelas “rainhas” que participaram da primeira temporada de “Drag Me As a Queen – Celebridades” para um leilão. As peças únicas foram criadas e produzidas por diferentes designers, como Walério Araújo, que vestiu a cantora Maria Rita.

No reality, os figurinos são a “surpresa” final de cada episódio e foram criados a partir dos gostos e desejos de cada personalidade que passou pelo programa apresentado pelas drag queens Ikaro Kadoshi, Penelopy Jean e Rita Von Hunty.

Em “Drag Me As a Queen”, as convidadas – ou “queens”, como são chamadas – passam por etapas que as ajudam a encontrar suas divas interiores. Durante a jornada, elas falam sobre assuntos que, muitas vezes, nunca foram abordados, libertam-se de traumas e ganham mais autoconfiança.

As peças estão sendo leiloadas desde o dia 06 de junho, na plataforma oficial do leiloeiro Beto Gouvea. Toda a verba arrecadada com a venda das sete peças será entregue à Associação da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que atua em diferentes áreas para apoio e acolhimento da comunidade LGBTQIA+.

Para participar, basta acessar o site do leilão neste link e se cadastrar para dar os lances, que poderão ser feitos até está quinta-feira (30), às 17h30. Nesse dia e horário, o leiloeiro estará ao vivo pela internet recebendo os últimos lances para declarar o(a) vencedor(a).

Confira os figurinos

André Fischer lança podcast no Dia do Orgulho LGBTQIA+

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Neste 28 de junho, Dia Mundial do Orgulho LGBTQIA+, o jornalista e ativista André Fischer lança o podcast “Inclusive André” para discutir questões relacionadas à diversidade, transmídia e, claro, LGBTQIA+. Disponível no Spotify, o podcast é produzido pela @essatalprosperidade.

No episódio de apresentação, André Fischer conversa com Marcelo Guimarães sobre sua trajetória, seus estudos e aprendizados que serão compartilhados ao longo dos próximos episódios. No episódio seguinte, sob o título de “GLS? LGBT+? LGBTQIA?”, Fischer converoa com sobre o uso das letras da nossa sigla.

Manual Prático de Linguagem Inclusiva

Após três décadas de militância, vivências e lutas em prol de LGBT+: André Fischer, fundador do Festival MixBrasil, lançou, em 2021, o Manual Prático de Linguagem Inclusiva, onde disserta com doze técnicas o cuidado ao escolher palavras que demonstrem respeito a todas as pessoas.

Como exemplo, Fischer comenta sobre o uso do termo “homem” para se referir a um plural de gêneros. “É a validação do sexismo mais explícita que existe”, explica. Para exemplificar, André ilustra com exemplos o uso de “ser humano” ou “humanidade” ao termo “homem”:

A chegada do homem à lua > A chegada da humanidade à lua
A Terra é a casa dos homens > A Terra é a casa dos seres humanos
É benéfico para o homem > É benéfico para a sociedade

O documento na íntegra pode ser baixado por este link.