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Pabllo Vittar convida novos talentos LGBTQIA+ para um “feat” em projeto do Mercado Livre

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A fim de dar visibilidade para artistas LGBTQIA+ no cenário musical brasileiro, o Mercado Livre apresenta a campanha “Mais uma Voz”. Na ação, Pabllo Vittar vai convidar novos talentos da comunidade a cantarem com ela no Mês do Orgulho. Para isso, os artistas independentes devem acessar o site da campanha e baixar um pack musical:  com o qual é possível criar músicas inéditas e feats com a drag.  

No Mercado Livre, acreditamos que a diversidade impulsiona o progresso. Como a marca mais valiosa da América Latina, com mais de 80 milhões de usuários, assumimos nosso papel com a responsabilidade de apoiar a pluralidade, amplificando a mensagem da comunidade por meio da força da nossa marca“, enfatiza Thais Souza Nicolau, diretora de branding do Mercado Livre na América Latina.

(Foto: Divulgação)

Para Pabllo Vittar, dar luz a representatividade da comunidade LGBTQIA+ na música brasileira é muito importante e necessário. “O Mercado Livre é uma marca que realiza um trabalho incrível e fico muito feliz de ver sua presença em ações junto a comunidade LGBTQIA+, todos os anos. Quando me fizeram essa proposta eu aceitei na hora, pois eu realmente acredito que as nossas vozes juntas podem fazer muita diferença. Mal posso esperar pra ver tanta gente talentosa junto de mim nesse feat!”, pontua a cantora.

Alguns feats criados e compartilhados nas redes sociais serão divulgados nas redes do Mercado Livre, a ideia é mostrar a riqueza dos diferentes estilos musicais que são destaque no Brasil, como sertanejo, rap e pagode. “Acreditamos que as diferenças nos enriquecem e nos impulsionam a melhorar diariamente, e, assim como o Mercado Livre chega em todo o Brasil, com esta campanha, queremos que a variedade de estilos ocupem seus espaços também“, enfatiza Thais.

Há cinco anos, a marca atua em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo para contribuir e amplificar a voz da comunidade, trazendo visibilidade a essa jornada diária de luta, celebração e reivindicações de direitos. “Esta edição será mais uma oportunidade para apoiarmos e mostrarmos o quanto estamos comprometidos com a diversidade ao entender que cada letra da sigla LGBTQIA+ tem sua complexidade, importância e sua luta“, completa Thais.

Peça que explora amor e erotismo, “Virilha” volta ao palco da Casa dos Quatro no DF

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Nesta quinta-feira (09), às 20h, a peça “Virilha”, com direção de Alexandre Ribondi, retorna ao palco da Casa dos Quatro, na Mostra +, em Brasília (DF). O evento é todo dedicado à diversidade, neste mês em que celebramos a existência e resistência da comunidade LGBTQIA+. O espetáculo também será apresentado no sábado (11) e domingo (12), no mesmo horário.

No espetáculo, um homem, comandado por uma paixão, consegue levar o amado para dentro de um apartamento. Joga fora o celular e esconde a chave da porta. Por quase uma semana, busca uma resposta: “por que você me deixou?”. 

(Foto: Rui Miranda)

É uma peça inesgotável que já passou por várias temporadas, com elencos diferentes, desde a primeira montagem há 15 anos. Mas é assim o amor: repetimos a mesma história com diferentes pessoas“, diz Ribondi, autor e diretor da peça.

Em “Virilha”, os atores encenam despidos em um cenário com poucos detalhes. O apartamento onde acontece a história está completamente fechado e passa por uma reforma, como a vida dos personagens. 

Ribondi ainda conta que em cada montagem precisa responder a seguinte pergunta: “Por que o meu personagem, ao acabar a peça, está exatamente como quando ela começou?”. “A sua não-transformação, a sua incapacidade de ver as vantagens de ser outra pessoa servem, ao meu ver, para que o público – ele, sim! – se dê conta da necessidade da transformação“, pontua ele.

De acordo com a sinopse, esse “é um espetáculo que pretende ser lírico, violento, amoroso e carregado de mágoas. Num apartamento em obras, as janelas e as portas foram fechadas a cadeado. Os celulares, jogados pela janela. Lá dentro, dois homens têm vontades opostas: um quer ir embora, esquecer o que aconteceu e o que sentiu. O outro, por acreditar que ‘um coração nunca se cura do amor’, quer ficar. Durante cerca de 50 minutos, os dois usam todos os recursos que têm, inclusive seus corpos e sua sexualidade, para conseguir o que querem”.

(Foto: Rui Miranda)

Ficha técnica

Texto e direção: Alexandre Ribondi.
Elenco: Marcos Davi e Leonardo Vieira Teles.
Produção e direção técnica: Rafael Salmona
Assessoria de Imprensa: Morillo Carvalho (Drops Culturais Cont&Com)
Fotos: Rafael Salmona
Equipe técnica: Josias Silva e Rui Miranda
Classificação indicativa: 18 anos

Serviço

Data e hora: Quinta (09) a sábado (11) às 20 horas; domingo (12) às 19 horas.
Instagram: @casadosquatro
Vendas aqui

(Foto: Rui Miranda)

Exposição reúne mais de 20 artistas LGBTQIA+ durante a Parada de São Paulo

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No mês de junho, o mundo ganha cores diversas em grandes eventos que dão visibilidade à comunidade LGBTQIA+, como a Parada de São Paulo, considerada a maior do mundo pelo livro dos recordes. Entretanto, o mundo foi assolado pelo vírus da Covid-19, que impôs novas formas de convivência. Pegando carona na retomada de atividades presenciais, São Paulo recebe, a partir deste sábado (11), às 19h, a mostra “Além da Parada”.

Como o próprio nome diz, a mostra “quer ir além; ir além daquele arco-íris cantado por Dorothy no mundo das maravilhas de Oz, onde os sonhos se tornavam realidade; ir além da parada de tempo causada pela pandemia global”, de acordo com a organização.

Obra de Wilton Oliveira

“Além da Parada” é composta por 25 artistas que tanto fazem parte da comunidade LGBTQIA+ quanto usam de sua arte ara ressignificar os espaços que ocupam. A Galeria Objectos do Olhar, localizada na Rua Augusta, local histórico da cultura queer paulistana, foi o local escolhido para sediar a mostra.

Com apenas um ano de existência, a galeria de arte trouxe para a cena artística exposições que levaram mais de 15 mil pessoas aos seus salões, prospectando futuros e refletindo sobre o “novo normal”. O objetivo da galeria, ao longo do tempo, é unir uma programação de arte e performances com oficinas, cursos e residências artísticas.

Serviço

Mostra “Além da Parada”
Quando: 11 junho a 03 de julho, das 11h às 20h;
Onde: Galeria Objecto do Olhar |  Rua Augusta, 837 – São Paulo (SP);
Entrada gratuita;
Classificação: 18 anos.

Cartaz (Foto: Divulgação)

Mostra exibe filmes de Marlon Riggs que discutem raça e sexualidade de afro-americanos

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Cineasta, ativista e professor universitário, Marlon Riggs (1957-1994) escreveu e dirigiu filmes que celebram as comunidades negra e gay nos Estados Unidos dos anos 1980 e 1990, documentando suas estratégias de sobrevivência e resistência. Neste mês de junho, marco do Orgulho LGBTQIA+, toda a filmografia do diretor será exibida pela primeira vez no Brasil.

Intitulada “Bixaria Negra – O cinema de Marlon Riggs, a mostra acontece nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. Na capital carioca, será apresentada no IMS Rio e no Galpão Bela Maré, de 16 a 30 de junho. Já em São Paulo, os filmes serão exibidos no IMS Paulista, entre 22 e 29 de junho. A curadoria é do pesquisador e cineasta Bruno F. Duarte, cujo mestrado pela Escola de Comunicação da UFRJ aborda a produção de Riggs.

A mostra apresenta oito filmes dirigidos pelo cineasta entre as décadas de 1980 e 1990, incluindo longas, médias e curtas-metragens, além de um documentário sobre sua vida e obra. Para enfatizar a potência e atualidade da produção do cineasta, a mostra exibirá, em diálogo, nove curtas-metragens brasileiros contemporâneos, realizados por jovens cineastas negros LGBTQIA+.

Marlon Riggs (Foto: Divulgação/ California Newsreel)

A programação também inclui debates sobre a obra do diretor, com a presença de Cornelius Moore, parceiro de criação e distribuidor dos filmes de Riggs, entre outras pessoas convidadas. Os bate-papos acontecem no IMS Rio, no IMS Paulista e no Galpão Bela Maré, onde haverá também uma performance das artistas Dominick di Calafrio, Preta QueenB Rull e Pantera, além de DJ sets da festa Mariwô, no dia 17 de junho. 

Riggs é antes de tudo um gênio. Um homem negro, homossexual, que viveu com HIV e foi um exímio narrador. O cineasta construiu uma filmografia inconfundível, celebrada por equilibrar-se entre pesquisas rigorosas e ousada experimentação estética. Sua biografia reúne muitos elementos para uma bela história de exceção extraordinária. Mas foi a busca pela experiência coletiva comum, impulsionada por uma urgência de comunicação com pessoas negras, que moveu seu fazer artístico”, pontua o curador.

Riggs nasceu no estado do Texas, no Sul dos Estados Unidos, em 1957. Graduou-se em história na Universidade de Harvard e obteve o título de mestre em jornalismo na Universidade da Califórnia em Berkeley, onde iniciou sua trajetória no audiovisual. Entre 1981 e 1994, escreveu, produziu e dirigiu filmes que abordam questões de raça e sexualidade, marcados tanto por extensa pesquisa quanto pela experimentação de linguagem.  Entre suas obras estão “Línguas Desatadas” (1989), “Do Estereótipo Negro” (1987) e “Preto É…Preto Não É” (finalizado postumamente em 1995). Em 1994, aos 37 anos, Riggs teve sua vida interrompida em decorrência do HIV/AIDS.

Cartaz da mostra concebido pelo artista Yhuri Cruz

Serviço

Mostra de filmes Bixaria Negra – O cinema de Marlon Riggs
Acesse aqui a programação completa

Rio de Janeiro – IMS Rio
De 16 a 30 de junho
Rua Marquês de São Vicente, 476 – Gávea
Ingressos aqui – R$ 10 (inteira) e 5 (meia)

Rio de Janeiro – Galpão Bela Maré
De 16 a 30 de junho
Rua Bittencourt Sampaio, 169. Maré
Entrada gratuita

São Paulo – IMS Paulista
De 22 a 29 de junho
Avenida Paulista, 2424
Ingressos aqui -  R$ 10 (inteira) e 5 (meia)

Canal Reload e Parada do Orgulho LGBT+ de SP lançam série de vídeos sobre voto com orgulho

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Reforçando a importância de falar sobre esta temática, o Canal Reload, em uma parceria inédita com a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, acaba de lançar no Instagram o primeiro episódio da série “Vote com orgulho”. Mais dois vídeos que complementam a série serão publicados nos próximos dias 7 e 14 de junho. Ambos trazem temas como os avanços nas candidaturas LGBT+ nas eleições de 2020 e sobre Kátia Tapety, primeira travesti eleita vereadora no Brasil. O conteúdo completo já está disponível no Youtube.

Em um ano de eleição, a 26ª edição da maior parada LGBT+ do Brasil traz como tema a campanha “Vote com orgulho – por uma política que representa!” reiterando seu compromisso na luta contra o preconceito e pela busca por representantes que pautem políticas públicas afirmativas e a promoção dos direitos humanos.

Apresentada por Deives Picáz, ativista anticapacistista e LGBT+, a série propõe importantes reflexões neste momento crucial para combater a ameaça à democracia no Brasil, reforçando a necessidade de eleger candidatos que estejam comprometidos em garantir os direitos de todas as pessoas e, acima de tudo, a sua existência.

A ação também relembra que direitos LGBT+ não são apenas para pessoas LGBT+, mas sim para toda uma sociedade preocupada com um futuro mais justo e igualitário.

O Reload é um canal jovem que produz conteúdo a partir de reportagens de 10 organizações: Agência Lupa, Agência Pública, Amazônia Real, Congresso em Foco, Énois, Marco Zero Conteúdo, O Eco, Ponte Jornalismo, Projeto #Colabora e Repórter Brasil. Juntas, elas têm mais de 100 prêmios nacionais e internacionais (Prêmio Gabriel García Márquez, Prêmio Rei da Espanha e Leão de Bronze do Festival de Cannes).

O projeto foi uma das iniciativas ganhadoras do Google News Innovation Challenge em 2019, projeto do Google News Initiative, e contou também com apoio da Fundação Ford no Brasil. Em 2022, o projeto foi selecionado para o YouTube’s Sustainability Lab, que tem o objetivo de apoiar organizações de notícias a desenvolverem modelos de negócios sustentáveis em vídeo na plataforma.

Espalhando conteúdos de qualidade em diferentes formatos, como histórias em quadrinhos, músicas e poesias, o Canal Reload busca tornar a informação mais acessível e atrativa ao público jovem, além de dar dicas para identificar as tão faladas fake news, evitando a disseminação de informações falsas.

Travesti Claudia Wonder terá sua trajetória contada em teatros de SP

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A trajetória da ativista travesti paulistana Claudia Wonder (1955-2010), considerada símbolo de luta e rexistência da comunidade LGBTQIA+ é celebrada pela atuadora Wallie Ruy no espetáculo “WONDER!! Vem pra Barra Pesada” Em cena também está a banda formada por Felipe Botelho, Amanda Ferraresi e NBKÊ.

Entre 11 de junho e 21 de agosto, o espetáculo tem apresentações no Centro Cultural da Diversidade, no Teatro Sérgio Cardoso, no Teatro Alfredo Mesquita, no Complexo Cultural Funarte e no Teatro Oficina Uzyna Uzona.

Reconhecida por suas letras bem politizadas e por criar performances extremamente impactantes, Claudia Wonder atuou no rock underground paulista, no cinema da pornochanchada, no teatro e na literatura, sempre intimamente ligada com as vivências da população LGBTQIA+.

“Claudia Wonder chega até nós para convocar sua presença no tempo presente. Evocar essa artista ímpar hoje é chamar à luz seu legado, que permanece latente, nas potencialidades de diversos artistas do teatro, da música, das artes visuais, do vídeo e da moda”, comenta a atriz Wallie Ruy.

Wonder contribuiu com a efervescência de sua arte para denunciar na sua música um Brasil que “cuspia no prato em que comia”. Apesar de diversas portas fechadas por afirmar sua identidade como pessoa travesti, ela conseguiu ampliar espaços de comunicação e unindo grupos do punk e do rock underground dos anos 70 e 80 em São Paulo.

“Com essa força, com essas trajetórias de vidas eternizadas e vidas aqui existentes, encontramos em WONDER!! Vem pra Barra Pesada, um espaço de convívio e habitação de discussões para a construção de uma cidade mais humana, sensível e que busca sentido para um retorno passível de reconhecimento e existência”, acrescenta a idealizadora do trabalho.

O ponto de partida para a pesquisa foram as intersecções da vida de Wallie Ruy com Claudia Wonder e também a celebração de sua eternidade que em 2020, início do projeto, completaria 10 anos. O livro “Olhares de Claudia Wonder: Crônicas e Outras Histórias” (2008), publicado pelas Edições GLS, fruto de 6 anos da produção de Claudia para sua coluna da Revista G Magazine, também foi material para a pesquisa.

Em conversa com a diversidade de leitores da comunidade “GLS” (como era conhecida à época os LGBTs), Claudia estabelecia um pensamento sobre os diversos sujeitos da diversidade, sobre a habitação no espaço de marginalidade, assim como as novas possibilidades de relações e afetos dissidentes ainda [e em constante] construção.

Também nesta coluna, Claudia abordou sua história como travesti, suas escolhas, suas conquistas, sua luta e seu convite para a criação de novos olhares acerca da população transvestigênere.

O livro foi uma importante referência para o desenvolvimento de um roteiro de percepções sobre quem é Claudia e como sua visão de mundo se reverbera na atualidade e na corpa transvestigênere da atuadora Wallie Ruy, que propõe a visita à história e memórias de Claudia como uma ação de celebração e resgate do seu legado.

Além desse material, foram realizadas uma série de entrevistas com pessoas que compartilharam vivências pessoais com Claudia. A Coletiva Wonder também realizou um verdadeiro mergulho na obra musical, nos materiais audiovisuais e em entrevistas e outros documentos sobre a Claudia Wonder.

Uma das performances mais marcantes realizadas por ela e que serviu como uma importante referência para a montagem chama-se “Vômito do Mito”. Nela, Claudia denunciava a violência contra os corpos travestis e homossexuais durante a epidemia de HIV. Jogando sangue falso na plateia, ela se apropriava do desconforto das pessoas para questionar os medos e mitos construídos em torno do contágio e do corpo dissidente.

Outra referência importante para a montagem foi o documentário “Meu Amigo Claudia” (2009), de Dácio Pinheiro, que resgata o legado deixado pela multiartista e sua atuação na cena underground paulista.

Serviço

  • Wonder!! Vem pra Barra Pesada, de Wallie Ruy e Rafael Carvalho
  • Classificação: 12 anos
  • Duração: 120 minutos
  • Acompanhe a página do espetáculo no Instagram: @coletivawonder
  • Centro Cultural da Diversidade – Rua Lopes Neto, 206, Itaim Bibi
  • Apresentações: 11 a 19 de junho
  • Aos sábados, às 20h, e aos domingos às 19h
  • Ingressos: Gratuitos
  • Teatro Sérgio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista
  • Apresentações: 24, 25 e 26 de junho
  • Na sexta e no sábado, às 20h, e no domingo, às 19h
  • Ingressos: Gratuitos
  • Teatro Alfredo Mesquita – Av. Santos Dumont, 1770, Santana
  • Apresentações: 1º, 2 e 3 de julho
  • Na sexta e no sábado, às 20h, e no domingo, às 19h
  • Ingressos: Gratuitos
  • Complexo Cultural Funarte SP – Alameda Nothmann, 1058, Campos Elíseos
  • Apresentações: 8 a 17 de julho
  • Às sextas e aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h
  • Ingressos: Gratuitos
  • Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona – Rua Jaceguai, 520, Bixiga
  • Apresentações: 18 a 21 de agosto
  • De quarta a domingo, às 20h y 19h
  • Ingressos: A preços populares, vendas a partir de Julho/2022.

Ficha Técnica

  • Atuação, autoria, dramaturgia e idealização: Wallie Ruy
  • Direção, dramaturgia e autoria: Rafael Carvalho
  • Assistência de Direção: Neve
  • Produção: Yaga Goya
  • Assistência de produção: Bioncinha y Quebrantxy
  • Direção Musical: Felipe Botelho e Amanda Ferraresi
  • Banda: Felipe Botelho, Amanda Ferraresi y NBKÊ
  • Cenário: Maitê Lopes
  • Cenotécnico: Cássio Omae
  • Luz: Luana Della Crist
  • Audiovisual e Fotografia: Xisgenera
  • Visagismo: Vitor Flausino
  • Figurino: Gustavo de Carvalho
  • Designer, Ilustração de Audiovisual: Angie Barbosa
  • Social Media: Maria Pia Banchieri
  • Apoio: Oficina Cultural Oswald de Andrade, Teatro Oficina, Corpo Rastreado y Centro Cultural Galeria Olido.
  • Realização: Coletiva Wonder, Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo e a Secretaria Municipal de Cultura.

Artista cearense JOMA estreia no palco do Centro Cultural da Diversidade

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Crescido nos palcos como ator e performer, o cearense JOMA fará uma apresentação única de seu EP “LOVE+” em São Paulo, no dia 16 de junho, às 20 horas, no Centro Cultural da Diversidade. Para celebrar a cultura drag, o artista convidou Hannah Montada para uma performance. O show também vai contará com um DJ.

Esse é o primeiro show que eu faço, significa um novo passo e uma nova vertente do artista que eu sou. Estou me redescobrindo“, comemora JOMA. No palco, ele une as músicas que escreveu para o espetáculo homônimo, apresentado no ano passado, a canções que o moldaram como cidadão e artista. Com pop e eletrônico bem dançantes, suas músicas falam sobre liberdade, transformação e amor.

(Foto: Divulgação)

Além das canções de “LOVE+”, ele também apresentará covers de grandes canções do pop e da música popular brasileira:  Sangue Latino (Secos & Molhados); Bateu a Química (Banda Sedutora); O Quereres (Caetano Veloso) e Vermelho (Gloria Groove). “Adicionei músicas que conversam muito comigo e minha trajetória, fizeram parte da minha história, me moldaram como sou. E elas complementam o show de forma dramática e teatral“, antecipa

JOMA é de Fortaleza (CE), e faz questão de levar sua bagagem nordestina para sua arte e para o palco. “Em qualquer performance artística, eu acabo passando por estes temas. O fato de eu, nordestino, estar cantando em cima de um palco e ter pessoas me assistindo já tem um viés social“, afirma o artista.

Ele começou a trabalhar com teatro em 2004 e se mudou para São Paulo em 2010. Além das músicas, o artista pretende adicionar dramaticidade à apresentação com movimentações corporais ritmadas e declamação de um poema, mesclando as linguagens artísticas. “Hoje performando música me vejo cada vez mais perto de quem sou e quero ser“, pontua.

JOMA (Foto: Vitória Mantovani)

Serviço

Show JOMA LOVE+

Quando: 16 de junho, quinta-feira, às 20h;
Onde: Centro Cultural da Diversidade (Rua Lopes Neto, 206 – Itaim Bibi, São Paulo – SP);
Ingressos: Gratuitos, retirados 1 hora antes da apresentação na bilheteria;
O show contará com tradução e interpretação em libras.

Podcast original do Spotify, “Preto Positivo” debate o universo do HIV/AIDS com recorte racial

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Estreia nesta quinta-feira (09), o Preto Positivo, primeiro podcast brasileiro com recorte racial totalmente dedicado ao universo do HIV e AIDS. O projeto, idealizado pelos artistas e ativistas Emer Conatus e Raul Nunnes, recebe especialistas e convidados, como o cantor Rico Dalasam, o apresentador Alberto Pereira Jr, o empreendedor Flip Couto, a artista Micaela Cyrino, o médico infectologista Dyemison Pinheiro, a ativista Priscila Obaci e ainda, as mães dos criadores, Esmeralda e Carmem, respectivamente. 

No episódio de estreia, Emer e Raul fazem um panorama de suas histórias pessoais e contam aos ouvintes como foi o processo de descoberta do vírus positivo. Eles também conversam sobre o tema, relacionando-o à saúde, relacionamentos, afeto, amizades e família; Além disso, propõem discussões de classe, negritude, gênero e sexualidade. No podcast, o HIV assume papel de personagem e tem interpretação do ator Leo Braz.

Raul Nunnes e Emer Conatus (Foto: Vinimarq)

Queremos naturalizar cada vez mais essa conversa, não só para pessoas com o vírus positivo, mas também para sociedade como um todo. Não estamos mais nos anos 80; pessoas positivas estão em todos os lugares e são capazes de fazer tudo, mas o imaginário sobre isso ainda precisa ser atualizado“, pontua Emer.

O “Preto Positivo” surgiu durante a participação da dupla no programa Sound Up, uma iniciativa do Spotify que apoia criadores de conteúdo de comunidades subrepresentadas, em especial negros e indígenas.

Criamos o Preto Positivo para ser um material de estudo e informação para as pessoas, que conscientize, dê visibilidade e ensine a todos. O mais importante para gente é levar o podcast e o tema para outros lugares“, complementa Raul.

(Foto: Divulgação)

Conheça os convidados dos episódios do Preto Positivo

1.Raul Nunnes e Emer Conatus 6.Esmeralda e Carmem
2.Dyemison Pinheiro 7.Flip Couto
3.Nabila, Priscila Obaci e Lili Nascimento 8.Ezio Rosa
4.Micaela Cyrino e Eduardo Oliveira 9.Alberto Pereira Jr. e Igor Carvalho
5.Rico Dalasam e Eduardo Oliveira 10.Raul Nunnes e Emer Conatus

Escute ao trailer

Gestão Kairós lança edital para apoiar projetos que impactam a comunidade LGBTQ+

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No Mês do Orgulho LGBTQ+: a Gestão Kairós – Consultoria de Sustentabilidade e Diversidade lança o Edital “Você muda o Mundo”, para apoiar iniciativas que tenham como propósito melhorar a inclusão e a valorização da diversidade sexual em áreas como trabalho, educação, bem-estar, saúde mental entre outras.

O projeto selecionado receberá o aporte financeiro de R$ 10 mil e mentoria especializada com Liliane Rocha, Fundadora e CEO da Gestão Kairós e Conselheira de Diversidade. Para a inscrição de projetos/iniciativas, basta acessar o formulário disponível em aqui, baixar o edital e preencher as informações solicitadas. O prazo para inscrição se encerra na próxima sexta-feira (10).

Liliane Rocha, CEO e Fundadora da Gestão Kairós (Foto: Mario Bock)

De acordo com a Gestão Kairós, profissionais LGBTQ+ são uma expressiva parcela da população brasileira que enfrenta barreiras no quadro funcional e na liderança das grandes empresas. Segundo o estudo “Diversidade, Representatividade e Percepção da Gestão Kairós”, profissionais lésbicas, gays e bissexuais são somente 5,4% do quadro funcional e 3,4% da liderança (nível gerente e cargos acima) e transgêneros (travestis e transexuais) são menos de 1% em ambas as divisões.

Ao lançar o edital, a Gestão Kairós busca ampliar a profissionalização de pequenas organizações que tenham como missão ações focadas para o público LGBTQPIA+, além de potencializar as oportunidades para projetos menores que, mesmo com uma boa proposta de atuação e impacto social, não conseguem atingir seus objetivos ou alcançar seus públicos-alvo.

Queremos contribuir para que organizações sociais tirem do papel ou impulsionem projetos que tenham como propósito transformar a sociedade e o meio em que vivem, aumentando as oportunidades e melhorando o dia a dia das pessoas que dependem delas. Às vezes, as pessoas só precisam de uma oportunidade para mostrar seus talentos, e é isso que pretendemos, lançar luz sobre os potenciais dessas organizações e consequentemente para os públicos que elas atendem, engajando parceiros e o empresariado a emplacarem ações de impacto“, diz Liliane Rocha.

(Foto: Divulgação)

Meta realiza oficinas gratuitas de tecnologia para a comunidade LGBTQ+

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Em sua oitava edição, a Feira DiverS/A oferece, em parceria com a Meta, a oficina “Código Tech” sobre os desafios de código da Meta para a área de tecnologia, além de rodas de conversa com o time de recrutamento e seleção e representantes do Pride@. Todas as pessoas inscritas na Feira podem participar gratuitamente das atividades.

Estamos muito felizes com a parceria inédita da Meta com a Feira DiverS/A neste ano. A Feira já se consolidou como o maior e mais importante fórum de conexão entre estudantes e profissionais LGBTI+ com empresas que têm uma cultura inclusiva no Brasil”, afirma Ricardo Sales, CEO e sócio-fundador da Mais Diversidade, empresa organizadora da Feira DiverS/A.

A oficina acontecerá na plataforma Teams na próxima quarta-feira (8), às 14 horas, e será destinada a estudantes do ensino superior de cursos dos diversos segmentos da tecnologia, com interesse em conhecer o desafio de código do processo seletivo para áreas de tecnologia da Meta. No mesmo dia, a partir das 18h30, a terá uma roda de conversa sobre o futuro do trabalho e como os profissionais vêm se adaptando aos novos tempos.

Além da oficina, o time de recrutamento e membros do grupo de afinidade LGBTI+ da Meta participam dos Estandes Virtuais da Feira, que são espaços para interação dos estudantes e profissionais com as empresas para entender os objetivos, cultura e benefícios das patrocinadoras, além do funcionamento dos processos seletivos, vagas abertas e habilidades necessárias para concorrer a elas.

A Meta participará de dois estandes virtuais: um voltado exclusivamente para estudantes da área de tecnologia e outro para as demais áreas da empresa. Nessas conversas, os participantes podem tirar dúvidas sobre a empresa e como é o dia a dia das pessoas colaboradoras. As duas sessões serão online no dia 9 de junho às 14 horas, também pelo Teams.  

A Feira DiverS/A, que marca a abertura das celebrações do Mês do Orgulho LGBTI+ na Mais Diversidade, inicia neste domingo (05) e segue até quinta-feira (09), com o objetivo principal de promover conexões e empregabilidade de estudantes e profissionais LGBTI+. Neste ano a feira terá um formato híbrido (on-line e presencial) e, pela primeira vez, passará por cinco capitais brasileiras, começando pelo Rio de Janeiro, Porto Alegre, passando também por Salvador, Belo Horizonte e encerrando em São Paulo.

Serviço 

Oficina Código Tech 
Dia: 08 de junho
Hora: Das 14h às 15h
Como participar: Inscrição aqui  
Plataforma: Teams

Roda de Conversa
Dia: 08 de junho
Hora: Das 18h30 às 19h30
Como participar: Inscrição aqui
Plataforma: Teams

Estante Virtual – Conversa sobre carreira e tecnologia
Dia: 09 de junho
Hora: Das 14h às 15h
Como participar: Inscrição aqui 
Plataforma: Teams