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Governo da Bahia realiza feira de cidadania e serviços para LGBTQIA+ no Casarão da Diversidade

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A Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), realiza, na próxima quarta-feira (20), a “1ª Feira da Diversidade: Informação e Cidadania”. A ação acontecerá no Casarão da Diversidade, em Salvador, e terá como objetivo promover acesso à informação, garantia de direitos e ofertar serviços de cidadania para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social.

O evento ocorrerá das 13h30 às 17h30 e disponibilizará serviços como: atualização e pré-cadastro de CadÚnico; retificação de nome social; emissão para segunda via de Certidão de Nascimento e RG; emissão de ID Jovem; emissão de 1ª vida de Título de Eleitor; testagem e distribuição de kits de prevenção IST’s; atendimento Procon-BA; dispensa de PREP e bazar.

“Esse é um momento muito importante de garantia de direitos e oferta de serviços que estão aqui o ano todo, mas conseguimos aglutinar novos parceiros e iniciativas para realizar uma feira completa. É muito importante que as pessoas possam obter documento, realiza a retificação do nome social e acessar outros serviços de forma acolhedora”, explica o coordenador LGBT da SJDHDS, Kaio Macedo.

A iniciativa é fruto de uma parceira da SJDHDS, por meio da Superintendência de Direitos Humanos, Superintendência de Políticas sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis, Programa Corra pro Abraço e Procon-BA; e das organizações Mães do Arco-Íris, Atração, ABGLT, Fórum Baiano LGBT, Prepara Salvador, Chama para Dançar, Prefeitura Municipal de Salvador e Gapa-BA.

SERVIÇO

1ª Feira da Diversidade: Informação e Cidadania
Quarta-feira, 20/04
Casarão da Diversidade (Rua do Tijolo, Nº 8, em Salvador – BA)

Indicado em três categorias no Oscar, “Flee” estreia no Brasil em 21 de abril

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Dirigido por Jonas Poher Rasmussen, “Flee – Nenhum lugar para chamar de lar”, que fez história ao ser indicado em três categorias no Oscar, estreia nos cinemas do Brasil no dia 21 de abril, com distribuição da Diamond Films. A produção concorreu ao Oscar como Melhor Documentário, Melhor Animação e Melhor Filme Internacional.

Contando com mais de 80 troféus recebidos em diversos países, além de outras 140 indicações, o filme foi reconhecido também como Melhor Filme no Festival Internacional de Animação de Annecy.

O longa, que conta com produção executiva dos atores Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) e Nikolaj Coster-Waldau (“Game of Thrones”), traz uma história de resistência e coragem protagonizada por um homem cujo nome não pode ser revelado – para sua própria segurança e de sua família. No filme, é chamado de Amin Nawabi, um acadêmico de 36 anos bem-sucedido que planeja se casar com seu companheiro, Casper, mas há algo nele que sempre o impede de concretizar a união.

O documentarista dinamarquês Jonas Poher Rasmussen conhece Amin há muitos anos, desde que o rapaz chegou na Dinamarca, ainda na adolescência, mas desconhece seu passado, e desconfia que essa possa ser a chave para explicar o comportamento do amigo, que tem dificuldades em se comprometer emocionalmente com as pessoas.

Duas décadas depois de sua chegada à Dinamarca, e reconhecendo que seus traumas do passado atrapalham sua vida no presente, Amin resolve se abrir e contar como sua família fugiu do Afeganistão e dos Mujahidin, conhecidos como “guerreiros santos”. A partir daí, FLEE – NENHUM LUGAR PARA CHAMAR DE LARacompanha a trajetória da família do rapaz que se escondeu em Moscou, na Rússia, mas de onde foi obrigada a sair depois que os vistos como turistas expiraram.

Uma jornada pela Europa em busca de abrigo e de um refúgio para uma vida digna foi o que marcou a juventude do rapaz, que, agora, em primeira-mão, conta sua história ao amigo, que a transformou neste premiado filme. Mesmo não mostrando o rosto do verdadeiro Amin, a produção é narrada por ele, que também contribuiu com o roteiro.

Poher Rasmussen explica que Amin queria confrontar seu próprio passado, seus traumas e feridas, e, assim, agora, poder levar uma vida mais tranquila e estabelecer laços e vínculos mais profundos com as pessoas, mas tinha receio da exposição. “Ele queria compartilhar sua história para mostrar para o mundo o que é viver em constante fuga. A animação fez Amin se sentir seguro para falar sobre sua trajetória. Podíamos usar a voz real dele, e ainda assim ele estaria anônimo, o que é importante, pois sua família voltou para o Afeganistão”, diz o diretor.

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Frame de “Flee” – Reprodução

FLEE – NENHUM LUGAR PARA CHAMAR DE LAR conta, no Rotten Tomatoes, com aprovação de 98% da crítica, e de 92% do público. Torris Laffly, da Harper’s Bazaar, disse que o filme é “um grande feito do cinema humanista […] e será tema de discussões por muitos anos.”

Benjamin Lee, do The Guardian, aponta que este é “um filme complexo, que expande e expõe o tipo de história que costuma ser simplificada.” Peter Debruge, da Variety, conclui que “é uma investigação artística da forma como o trauma cauda impacto na vida de uma pessoa”. O cineasta coreano Bong Joon-ho (“Parasita”) escolheu como um dos melhores filmes de 2021, classificando-o como “uma das obras cinematográficas mais comoventes do ano.”

Sinopse

FLEE – NENHUM LUGAR PARA CHAMAR DE LAR conta a história de Amin Nawabi, um homem que convive com um passado doloroso, guardado por vinte anos, que afeta de forma silenciosa a vida que ele está construindo para si e seu futuro marido. A extraordinária jornada da infância de Amin, uma criança refugiada do Afeganistão à procura de um lar, é agora compartilhada com o mundo em uma produção sensível e profunda, consagrada com três indicações ao Oscar, que une animação e documentário.

Ficha Técnica

Direção: Jonas Poher Rasmussen
Roteiro: Jonas Poher Rasmussen e Amin Nawabi
Produção: Monica Hellstrøm, Signe Byrge Sørensen
Produção da animação: Charlotte De La Gournerie
Direção da animação: Kenneth Ladekjær
Elenco: Sofia Buenaventura, Julián Giraldo, Karen Quintero, Laura Castrillón, Moises Arías, Sneider Castro, Julianne Nicholson
Trilha Sonora: Uno Helmersson
Montagem: Janus Billeskov Jansen
Gênero: documentário, animação
País: Dinamarca, França, Noruega, Suécia, Países Baixos, Reino Unido, Estados Unidos, Finlândia, Itália, Espanha, Estônia e Eslovênia
Ano: 2021
Duração: 89 min.
Distribuição: Diamond Films.

Premiação internacional seleciona vinheta do 29º Festival MixBrasil para concorrer a prêmio

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O Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, considerado um dos mais importantes de sua área, selecionou a vinheta da 29ª edição do Festival MixBrasil para concorrer ao prêmio “Comissioned Films”, com outras 36 produções.

A vinheta foi idealizada pela Isobar Brasil, sendo dirigida por Luiz Evandro e Fabio Acorsi. Com 37 segundos, a produtora Vetor Zero a qualifica como “uma experiência de captação real time e motiongraphics, com coreografia e estética diversa, longe de lugares comuns e trazendo uma analogia da pluralidade na cultura”.

Ver o filme do 29° festival Mix Brasil na seleção oficial de Annecy reafirma a importância da cultura da diversidade num trabalho incrível e experimental, abraçamos aqui todas as pessoas que participaram dele”, disse a Veto Zero nas redes sociais. O Festival de Annecy, ocorre de 13 a 18 de junho de 2022, na França.

Ficha Técnica

Título: Cultura da Diversidade Presente
Anunciante: Festival MixBrasil
Produto: Institucional
Agência: Isobar Brasil Leader
Creative Service Line: Ana Leão
VP de Criação: Danilo Janjacomo
Redação: Leticia Holanda e Alan de Sá
Direção de Arte: Hannah Prado
Diretor de Conteúdo: Vinicius Chagas
Gerente de Conteúdo: Alcides D’Lima
VP Operações e Negócios: Bruno Panico
Atendimento: Marcella Sousa
Estratégia: Aloisio Pinto, Miguel Souza e Julia Schimdt
RTV e Art Buyer: Juliana D’Antino, João Muniz
Consultor de Tecnologia: Pedro Gravena
Aprovação Cliente: André Fisher, Tati Nunes
Produtora: Vetor Lab
Direção: Luiz Evandro e Fabio Acorsi
Direção de Tecnologia: Giovani Ferreira
Direção Executiva: Alberto Lopes
Produção Executiva: Francisco Puech
Diretora de Projetos: Marcia Sumie
Atendimento: Marcia Guimarães, Natalia Wandel e Raphael Stanzani
Coreógrafo: Flora Barros
Producer: Eve Weigel e Gustavo Banevicius
Composição: Fabio Acorsi e Maurício Reis
Cinema 4D: Leandro Beltran e Guilherme Vasca
Produtora de áudio: LOUD+
Direção de produção: Gustavo Garbato
Produção: Equipe LOUD+
Finalização: Equipe LOUD+
Atendimento: Priscila Miranda, Karina Amabile
Coordenação: Ingrid Mabelle, Rafael Silvestrini, Lara Fratucelli, Letícia Nunes
Locução: Aretha Sadick

 

Jão se mantém no Top 50 do Spotify Brasil há dois meses; confira ensaio de “Idiota”

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A canção “Idiota”, do cantor Jão figura no Top 50 do Spotify Brasil há mais de dois meses. O peak mais alto no chart foi de #12 lugar entre as mais reproduzidas. Em números, a canção está dentro do top 50 há mais de 87 dias, com grandes reproduções diárias.

Grande parte desses números recentes e estabilidade, são consequências do videoclipe e da turnê “PIRATA”, que está rodando todo o Brasil, onde ele performa a canção. Vale ressaltar, também, que ele cantou a música em grandes eventos – o Lollapalooza e como ato de abertura da “2020 Tour” do Maroon 5.

“IDIOTA” já é um dos principais cases de sucesso do TikTok, onde acumula mais de 170 mil usos em vídeo na plataforma e faz parte dos 50 maiores virais do mundo no momento do Spotify.

Confira algumas fotos do ensaio deste artista, que possui mais de 4 milhões de ouvintes nas plataformas digitais, mais de 403 milhões de visualizações em seu canal oficial do YouTube e as suas redes somam mais de 3 milhões de seguidores:

jão
Jão – Foto: Breno Galtier
Jão - Foto: Breno Galtier
Jão – Foto: Breno Galtier
Jão - Foto: Breno Galtier
Jão – Foto: Breno Galtier
Jão - Foto: Breno Galtier
Jão – Foto: Breno Galtier
Jão - Foto: Breno Galtier
Jão – Foto: Breno Galtier
Jão - Foto: Breno Galtier
Jão – Foto: Breno Galtier
Jão - Foto: Gabriela Schmidt
Jão – Foto: Gabriela Schmidt

Em São Paulo, Malu Avelar estreia trabalho solo no Teatro de Contêiner

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Mineira de Sabará, vivendo em São Paulo há seis anos, Malu Avelar traz em sua longa trajetória a criação da obra instalativa ‘Sauna Lésbica’ e diversos outros trabalhos como bailarina ao lado de artistas e coreografes renomados.

Agora, a artista interdisciplinar apresenta seu primeiro projeto solo, intitulado ‘1300° Qual é a saúde de um Vulcão?’, no Teatro de Contêiner Mungunzá. A agenda, programada para acontecer nos próximos dias 2, 3 e 4 de abril, sendo sábado e segunda às 20h30 e domingo às 18h, terá ingressos que vão de R$ 7,50 até R$ 40.

A obra se dá pela sobreposição subjetiva das formas piramidais presentes em formações vulcânicas e no modelo de estratificação social.  Comparações entre processos vulcânicos e estruturas e normas humanas como, por exemplo, quais processos de atrito e destruição compõem ciclos de saúde, levantam imaginários e provocações que vão sendo respondidas em cena através de intensas propostas corporais.

A ideia é viver tais processos vulcânicos como modo de propor um processo de descolonização do corpo que vai além da concepção de humanidade, trazendo essas energias vulcânicas e o viver a argila como orientação possível para encontrarmos a saúde através da destruição. Destruição como um meio.

O espetáculo, então, se afasta da noção de cura no sentido de que ele está colocado como processo de saúde e não como fim. Diversas mitologias tratam do barro como matéria de formação, formação da forma humana. 1300° trata o humano como o caco, como potência viva da matéria destruída. Malu Avelar nos entrega, do começo ao fim, um movimento que vem da carne e que se conecta com o espiritual – o que, para ela, é a missão do corpo que se propõe a dançar.

Projeto foi construído de maneira independente através de uma profunda pesquisa ao longo dos últimos três anos e contou com provocações, estudos e parcerias de outres artistas como Grace Passô, Rodrigo Reis, Mário Lopes, Diane Lima, Zé Maria e outres.

Em São Paulo, Malu Avelar estreia seu primeiro trabalho soloo Teatro de Contêiner
Foto: Sérgio Fernandes

SERVIÇO

  • Malu Avelar em ‘1300° Qual é a saúde de um vulcão?’
  • 2, 3 e 4 de abril
  • Sábado e segunda-feira às  20h30 | Domingo às 18h
  • Teatro de Contêiner Mungunzá (Rua dos Gusmões, 43, Santa Ifigênia – SP)
  • Classificação: 12 anos
  • Duração: 40 minutos
  • Entrada: de R$ 7,50 até R$ 40
  • Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/1300-qual-e-a-saude-de-um-vulcao—2-de-abril__1525831

Remontagem do espetáculo “O Princípio de Arquimedes” estreia no Rio de Janeiro

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Em comemoração aos 10 anos de seu primeiro espetáculo (“Matador”, de 2012), a Lunática Companhia de Teatro traz novamente aos palcos um dos trabalhos mais marcantes do seu repertório: “O Princípio de Arquimedes”, texto premiado do autor catalão Josep Maria Miró, um dos mais importantes nomes na dramaturgia contemporânea mundial. A peça estreou em 2017 e teve bem-sucedidas temporadas, arrancando elogios da crítica e do público.

A atriz Helena Varvaki tem desempenho marcante no papel de Ana, Diretora de uma escola de natação que enfrenta os seus próprios fantasmas ao se deparar com uma suspeita de abuso por parte de um dos seus professores. Sávio Moll interpreta David, pai de um dos alunos, que, alertado por uma mensagem numa rede social, decide cobrar uma atitude da direção da escola. Ao lado deles, na nova montagem, dois nomes da nova geração de atores: Rafael Canedo (Rubens, professor que vê a sua integridade sob suspeita após um gesto de aparente carinho com um de seus alunos) e Rodrigo Salvadoretti no papel de um dos mestres, cuja amizade com Rubens é colocada à prova, contaminada pela sombra da dúvida.

Conhecido por suas atuações em séries de TV – como “Pé na Cova” e “Brasil a Bordo”, ambas de Miguel Falabella – Rafael Canedo tem diversas peças de teatro no currículo, tendo sido indicado ao prêmio CESGRANRIO na categoria de Melhor Ator com o espetáculo ‘O estranho caso do cachorro morto’, de 2014, com direção de Moacyr Góes. Rodrigo Salvadoretti é ator e cantor, e tem se destacado na cena musical, atuando em espetáculos como “Merlin & Arthur – um sonho de liberdade” com direção de Guilherme Leme Garcia (pelo qual ganhou o Prêmio de Ator Revelação pelo portal Musical.Rio) e no infantil “Raulzito Beleza”, com direção de Diego Moraes, trabalho que lhe rendeu uma indicação a Melhor Ator no Prêmio CBTIJ.

O Princípio de Arquimedes foi vencedor do Premio Born de Teatre 2011, estreou com direção do autor em 2012, como parte do Festival Grec 2012 (através do prêmio de montagem do Institut del Teatre de Barcelona), tendo sido considerado espetáculo revelação. Recebeu quatro indicações ao prêmio Butaca 2012 (melhor texto, espetáculo, atriz e cenografia). A montagem da Lunática Cia. de Teatro estreou em 2017, com direção de Daniel Dias da Silva. Foi a primeira vez que um texto do premiado autor foi produzido no Brasil e foi apresentada na FITA – Festa Internacional do Teatro de Angra dos Reis. A peça ganhou duas adaptações para o cinema, uma na Espanha, com direção de Ventura Pons, com o título de “El Virus de la Por” (em português, “O Vírus do Medo”) e outra no Brasil, com o título de “Aos Teus Olhos”, sob direção de Carolina Jabor.

Sinopse

No espaço asséptico e clorado do vestiário de uma escolinha de natação, desenrola-se a ação de O Princípio de Arquimedes – onde quatro personagens discutem sobre o significado e as consequências de um beijo que o professor Rubens (Rafael Canedo) dá em um dos seus alunos. Este simples fato faz vir à tona medos, preconceitos e fantasmas íntimos e coletivos, levando o público a confrontar-se com seu próprio julgamento diante daquela situação e a tomar partido sobre que modelo social e educativo desejamos.

O autor Josep Maria Miró apoia a trama de O Princípio de Arquimedes no ritmo vertiginoso da circulação das informações dos dias atuais, aguçando a atenção do público, que vai acompanhando a construção da história, ou de versões da verdade, como num quebra-cabeças, entre idas e vindas na cronologia da narrativa, levando a um final surpreendente . O espectador sai do seu lugar de conforto e forma o seu próprio julgamento. Característica que, de imediato, capturou o diretor Daniel Dias da Silva, que também assina a tradução e a produção.

“O espectador é provocado a cada cena, estimulado a uma reflexão sobre o mundo que queremos e o modelo de educação que desejamos”, destaca. Ele também ressalta a pertinência de voltar aos palcos com a peça quase cinco anos após a sua estreia: “a peça fala do poder corrosivo do medo dentro da sociedade e de como ele pode ser um instrumento de opressão, de controle. Vivemos num mundo cada vez mais vigiado, armado e com mais informação circulando, no entanto, vivemos cada vez com mais medo e perdidos. As redes sociais se tornaram uma ferramenta a serviço da desinformação, da intolerância e de condenação sumária, a verdade já não importa, o que importa é a sua opinião. Se, na época em que estreamos, o texto soava como um alerta, hoje em dia, vemos essa realidade potencializada no nosso cotidiano”, conclui Daniel Dias da Silva.

A Lunática Cia. de Teatro e da Territórios Produções Artísticas, destacam-se na cena teatral carioca com espetáculos elogiados, focando em autores contemporâneos que buscam refletir o mundo e a sociedade onde vivemos. O primeiro espetáculo do grupo foi Matador (2012), do venezuelano Rodolfo Santana, sob direção de Susana Garcia e Herson Capri. No currículo, contam ainda com Esse Vazio (2016), do argentino Juan Pablo Gómez, direção de Sergio Módena, e O Cego e o Louco (2019), de Claudia Barral, com direção de Gustavo Wabner.

Para comemorar os dez anos da companhia, será lançada uma coletânea com quatro textos do autor Josep Maria Miró, pela Cândido Editora. Além de O Princípio de Arquimedes, o livro traz, ainda os títulos Nerium Park (montado em 2018, com direção de Rodrigo Portella) e os inéditos Tempo Selvagem e O Corpo Mais Bonito Jamais Visto Neste Lugar. Todos os textos têm tradução de Daniel Dias da Silva.

Lunática Cia. de Teatro comemora 10 anos com remontagem do elogiado espetáculo “O Princípio de Arquimedes” e lança coletânea de textos do autor
Foto: Zero8onze (Fernando Cunha Jr.)

Ficha Técnica “O Princípio de Arquimedes”

  • Autor: Josep Maria Miró – XXXVI Prêmio Born de Teatro (Espanha)
  • Direção e Tradução: Daniel Dias da Silva
  • Elenco: Helena Varvaki (atriz convidada), Rafael Canedo, Rodrigo Salvadoretti e Sávio Moll
  • Cenografia: Cláudio Bittencourt
  • Figurinos: Victor Guedes
  • Iluminação: Walace Furtado e Vilmar Olos
  • Assistência de Direção de Remontagem: Pedro di Carvalho
  • Direção de Movimento: Sueli Guerra
  • Design gráfico: Gamba Junior
  • Cenotécnico: André Salles
  • Direção de Palco: Renato Rodolfo
  • Fotos e imagens: Zero8Onze (Fernando Cunha Jr.)
  • Assessoria de Imprensa: Bernadete Duarte
  • Produção Executiva: Bruno Jahu
  • Direção de Produção: Daniel Dias da Silva

 

Serviço:

  • Temporada: 14 de Março a 25 de Abril – Segundas 20h
  • Teatro PetraGold – Rua Conde de Bernadote, 26 (Leblon)
  • Rio de Janeiro – RJ – Telefone: (21) 2529-7700
  • Classificação etária: 16 anos.
  • Duração: 90 minutos. Lotação: 400 lugares
  • Ingressos: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia)
  • Venda pela Internet: www.teatropetragold.com.br
  • Ingressos gratuitos para pessoas de baixa renda disponíveis no site: www.eufacocultura.com.br
  • Todos os protocolos sanitários obedecidos.
  • Entrada apenas com a apresentação de carteira de vacinação atualizada.

Vivo assina espaço inédito na SP-Arte e reforça seu posicionamento nos temas de raça, gênero e LGBTQIA+

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Uma das maiores apoiadoras da cultura no Brasil e marca com consistente atuação no território de Diversidade, a Vivo assina o “Radar SP-Arte”, novo espaço do Festival Internacional de Arte de São Paulo, inaugurado este ano, na 18ª edição do evento que acontece de 6 a 10 de abril. A iniciativa inédita tem como objetivo dar visibilidade a novos talentos, coletivos e espaços autônomos que ainda não possuem representação comercial.

O “Radar SP-Arte” é formado pelas participações de cinco espaços autônomos e coletivos autogeridos de artistas, como a da Casa Chama, ONG fundada com missão antirracista e antitransfóbica. Também participam o Levante Nacional TROVOA, fundado por mulheres para inserção de artistas racializadas cis e trans e produções indígenas, negras e asiáticas; MT Projetos de Arte, plataforma para o colecionismo ativista com ênfase em artistas fora do eixo Rio-São Paulo e vindos das periferias; o 01.01 Art Platform, com foco na produção da diáspora africana, conectando colecionadores com artistas em novos projetos; e ainda o GDA – Galeria de Artistas, na qual os artistas assumem papeis em relação a seus trabalhos que normalmente caberiam a galerias.

O espaço conta também com a exposição “Hora Grande“, que dá visibilidade ao trabalho de artistas sem representação comercial formal. Os participantes da mostra, com curadoria de Felipe Molitor, são llan Pinheiro (1993, Rio de Janeiro, RJ), Anitta Boa Vida (1985, Rio de Janeiro, RJ), Felipa Queiroz (1995, Porto Alegre, RS), Luisa Brandelli (1990, Porto Alegre, RS), Natalie Braido (1996, São Paulo, SP), Raphaela Melsohn (1993, São Paulo, SP), Simon Fernandes (1982, Fortaleza, CE), Tatiana Chalhoub (1987, Rio de Janeiro, RJ) e Yhuri Cruz (1991, Rio de Janeiro, RJ).

“A Vivo acredita na arte como ferramenta de aproximação a um futuro mais diverso, plural e potente, dando voz e visibilidade aos artistas e temas que representam a nossa sociedade. Incentivamos o espaço Radar como oportunidade para que coletivos e artistas sejam reconhecidos” destaca a diretora de Marca e Comunicação da Vivo, Marina Daineze.

Reforçando sua presença na SP-Arte, a Vivo convidou as artistas Mariana Rodrigues e Bianca para criarem uma releitura do ícone da marca sob o olhar da diversidade – temática vem sendo abordada pela companhia em diferentes iniciativas, como o patrocínio à exposição “Enciclopédia Negra”, na Pinacoteca de São Paulo.

No mês da Consciência Negra, a Vivo lançou a maior exposição digital de arte negra do país, o projeto “Telas Pretas”. Com curadoria da artista multimídia Igi Ayedun, a iniciativa reuniu artistas negros para uma exposição com obras inéditas. Mais de 240 lojas da marca em todo o Brasil foram transformadas em galerias, promovendo visibilidade e reflexão sobre a representatividade negra na arte brasileira. Em fevereiro deste ano, promoveu a série de debates “Semanas Diversas” que conectou o movimento da “Semana de Arte Moderna de 1922” com a pluralidade do Brasil contemporâneo, também sob a lente da diversidade.

Vivo assina espaço inédito na SP-Arte e reforça seu posicionamento nos temas de raça, gênero e LGBTQIA+
Reprodução

Vivo Cultura

Há 18 anos, a Vivo investe nas artes cênicas e plásticas em todo o País, com o objetivo de ampliar e democratizar o acesso dos brasileiros à cultura. Suas ações buscam ampliar o acesso ao conhecimento com novas formas de vivência e aprendizado, fortalecidas nos aspectos de diversidade, inclusão, coletividade e educação. É considerada uma das principais marcas apoiadoras da arte no Brasil, segundo pesquisa Instituto Kantar.

Em 2020, lançou o Teatro Vivo em Casa, e a plataforma @vivo.cultura, que reúne suas iniciativas culturais, além de conteúdos inéditos voltados às artes cênicas e às artes plásticas, como as lives que debatem, entre outros temas, a biografia e obras de grandes autores teatrais a e história das artes plásticas e também  depoimentos de profissionais que produzem cultura nos bastidores, como  iluminadores, figurinistas e cenógrafos.

Em 2021, a marca renovou seu compromisso com a cultura ao expandir patrocínio a importantes equipamentos culturais: Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), Museu da Imagem e do Som (MIS-São Paulo), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), Instituto Inhotim, Museu Oscar Niemeyer e Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM- São Paulo).  Também lançou o Vivo na Arte, que promove o acesso ao conhecimento histórico e ao acervo de importantes museus brasileiros, sob a lente da diversidade, por meio de aulas online e gratuitas. Neste ano, retoma a programação presencial do Teatro Vivo, o apoio a musicais e também à SP Arte, iniciativa que incentiva pelo 8º ano consecutivo.

Serviço:

  • Espaço “Radar”
  • 18ª edição da SP Arte – Festival Internacional de Arte de São Paulo
  • Data: 6 a 10 de abril
  • Local: Espaço térreo do Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera
  • Clientes Vivo Valoriza tem desconto no resgate de ingressos*

CasaNem abre vagas para pessoas trans em seu centro cultural e café na Lapa

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A ONG LGBTQIA+ CasaNem, mantém diversos projetos sociais, entre eles, o Palco Lapa, onde dá oportunidade para artistas da comunidade se apresentarem, e tem como madrinha Linn da Quebrada e está para lançar agora em abril, o CoffeeNem, um café vegano que venderá de pães artesanais a lanches veganos no coração do centro da cidade do Rio.

E para esses projetos continuarem a andar é preciso de gente disposta a trabalhar neles, com experiência e força de vontade. Por isso, a CasaNem abriu vagas tanto para o Palco Lapa quanto para o CoffeeNem. As inscrições são por e-mail. As vagas são de serviços gerais, e lancheiro, para fazer lanches na chapa e atender ao público.

O CoffeeNem vai abrir a partir de abril das 06h às 11h. Além de pães e lanches, terá cafés diversos, kombucha, queijos veganos e muito mais.

Os interessados em trabalhar nos projetos, basta enviar currículo para o e-mail: casanem2016@gmail.com. Quatro, das vagas, são destinadas para pessoas transexuais.

Salário mínimo+ benefícios

CasaNem

CasaNem é um centro de acolhimento da cidade do Rio de Janeiro que abriga pessoas LGBTIA+ em situação de vulnerabilidade social, em sua maioria pessoas transexuais e travestis, e que desenvolve programas e atividades em diversas vertentes com atividades focadas na autonomia e cultura dos seus moradores, além de realizar atendimentos e oferecer oficinas e cursos.] Em 2020, a Casa Nem atingia direta e indiretamente mais de 100 pessoas.

A CasaNem foi fundada pela ativista Indianarae Alves Siqueira e começou como a ocupação do imóvel anteriormente pertencente ao coletivo artístico Casa Nuvem, no bairro da Lapa. Em 2018, com o despejo do imóvel, fundou-se a ocupação CasaNem Stonewall Inn no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Foi em 2016 que casa passou a ganhar forma com o projeto PreparaNem, um curso preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltado para incluir travestis e transexuais nas universidades. Como muitas das alunas tinham problemas de moradia, estando sem abrigo, em condições precárias ou sofriam violências das próprias famílias, o projeto precisou ser alargado.

Novos episódios de “Queen Stars Brasil” têm Liniker e Silvero Pereira como convidados

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O reality show nacional da HBO MaxQUEEN STARS BRASIL teve dois novos episódios lançados na plataforma nesta quinta-feira, 7 de abril. Apresentada pelas artistas Pabllo Vittar e Luísa Sonsa, a produção também tem exibição semanal na TNT, toda segunda-feira, às 20h.

A competição promove desafios entre as drag queens participantes, que testam suas habilidades, enquanto são avaliados pelo júri fixo, formado por Vanessa da Mata, Diego Timbó e Tiago Abravanel, além de convidados especiais.

No sexto episódio, “Para Rasgar o Coração”, o ator Milhem Cortaz faz uma preparação especial para as queens e fala da importância da música escolhida para que apresentação estabeleça uma conexão profunda com quem está assistindo, especialmente os jurados, que nesta apresentação ganham a companhia da cantora Liniker.

NOVOS EPISÓDIOS DE ´QUEEN STARS BRASIL´ TÊM LINIKER E SILVERO PEREIRA COMO CONVIDADOS ESPECIAIS
Divulgação

A competição está chegando ao final, e no penúltimo episódio, intitulado ‘Divos’, a apresentadora Pabllo Vittar irá dar uma aula especial às participantes, que precisam resgatar sua masculinidade vocal, para interpretar músicas cantadas originalmente por homens. Silvero Pereira será conselheiro das queens sobre comportamento em diferentes situações, além de participar do júri como convidado especial.

Em QUEEN STARS BRASIL, ao longo de oito episódios serão selecionadas três participantes para formar o pódio pop: as três vencedoras ganharão uma premiação em dinheiro de R$100 mil cada uma, além de um contrato com a gravadora Universal Music, para o lançamento de um EP do trio.

A competição, que começou com 20 drag queens, segue agora com apenas cinco competidores. A grande final está chegando e irá ao ar no dia 14 de abril!

QUEEN STARS BRASIL faz parte das mais de 100 produções locais Max Originals na América Latina previstas para estrear na HBO Max até 2023. O reality é uma produção original WarnerMedia Latin America realizada pela EndemolShine Brasil para a HBO Max.

Cantora, compositora e drag queen Lindy XOXO lança música autoral

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Natural de São Bernardo do Campo (SP), Lindy XOXO é cantora, compositora e drag queen. Bacharelanda em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Unesp (IA-UNESP), a artista cresceu pesquisando a união entre o teatro e a música, e finalmente encontrou seu espaço na arte drag e nas divas pop. Por isso, seu trabalho é sempre marcado pela teatralidade, excentricidade e rebeldia, além de discutir sobre questões de gênero e sexualidade.

Sempre irreverente, em 2020 seu projeto “A Cura”, uma paródia pop sobre a busca pela cura do coronavírus, foi contemplado pelo edital da Lei Aldir Blanc de São Bernardo do Campo. Em 2021, foi convidada pelo Catraca Livre a participar da live “Mulheres cis na arte drag” e entrevistada pela Fábrica de Cultura na roda de conversa “Arte Drag”. Ainda nesse ano, foi vencedora na 1ª Mostra Competitiva Vera Verão do Distrito Federal com sua interpretação única de Mal Necessário (Ney Matogrosso). Depois, em dezembro de 2021, foi convidada a cantar na 1ª Parada do Orgulho LGBTQIAP+ de São Bernardo do Campo. Além disso, após a pandemia, devido a seu trabalho na internet, conta com mais de 25 mil seguidores por meio das redes sociais.

Em 2022 Lindy XOXO se propõe a entrar de vez no mundo da cultura pop, que sempre foi apaixonada, através do lançamento de seu debut single, “Particular Pandemônio”. Seguindo o gênero hyperpop, a música discute sobre saúde mental, juventude e ansiedade no contexto do capitalismo brasileiro no século 21. Trabalhando a ideia de dualidade, do ser que sofre e que faz sofrer, dando voz ao opressor e ao oprimido, visto que ambos são a mesma pessoa. Assim, questiona as possibilidades de vida saudável quando seu pior inimigo é você mesmo. Contudo, apesar da temática densa, a música principalmente retrata a jornada da esperança e da crença em si, que mesmo cheias de brilho, são obrigadas a operar nas sombras frente às vozes aterrorizantes do pandemônio.

Cantora, compositora e drag queen Lindy XOXO lança música autoral
Divulgação

Particular Pandemônio” será lançada na próxima quinta-feira, 07 de abril em todas as plataformas digitais.

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