Onlyfans: democracia e mercantilização da indústria do entretenimento adulto

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    #gay #lgbtqia #coisasdecasal #explícito #fetiche

    » 14 NOV,  DOMINGO, às 18h @ YOUTUBE MIXBRASIL (60’)
    16 anos | Acessibilidade: Libras

    Com o distanciamento social imposto pela pandemia, mais pessoas buscaram plataformas digitais como Onlyfans para monetizar seus conteúdos. A ausência de censura permitiu que produções em diversos segmentos – da música ao treinamento físico e as artes visuais, mas, especialmente, do soft e do hard porn – fossem desenvolvidas e consumidas sem restrições. Diante disso tudo surge a questão: Como se articula o exercício e o consumo do desejo nessas redes?

    Fabrício Viana

    Fabrício Viana: Fabrício Viana é jornalista, blogueiro e um premiado escritor LGBTQIA+. Acesse mais informações sobre seu Onlyfans +18, redes sociais, blog e livros em: fabricioviana.com/links.

     

     

    Marcio Talon

    Márcio Talon: Publicitário e produtor de conteúdo, luta pela quebra de tabus e pelo fim do conservadorismo.

     

     

     

    Arthur Scovino

    Arthur Scovino: Arthur Scovino (São Gonçalo/RJ, 1980) é artista visual multidisciplinar que trabalha com instalações, fotografia, desenho, vídeo e performances. Formado pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA), tem participado de várias exposições nos últimos dez anos, como a 3ª Bienal da Bahia e a 31ª Bienal de São Paulo, ambas em 2014, a “Soft Power Arte Brasil”, na Holanda, em 2016, a “À Nordeste”, em São Paulo, em 2019, e também mostras individuais, como “Caboclo dos Aflitos”, em Moscou, em 2016, e “Lágrimas de Nossa Senhora”, no Rio de Janeiro, em 2021. Artista independente, em 2019 criou o Ateliê-Galeria na Av. São João, em São Paulo, e neste 2021 se mudou para a cidade de Santos.

    Bad Adonis

    Bad Adonis: Designer de moda por formação, Diego da Silva (didas) é artista ceilandense e vive em São Paulo há três anos. Pesquisa performance e corpo através da persona drag queen Di Vina Kaskaria desde 2014, tendo início enquanto discente da licenciatura em História da Universidade de Brasília. Concomitantemente experimentou a pornografia amadora e vivenciou as cenas de couro, sadomasoquismo e fetiches. Tais experimentos culminaram no aparecimento da persona Bad Adonis e na produção de conteúdo para plataformas de membresia e redes sociais.