Feminismos

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    BRASIL, SUBSTANTIVO MASCULINO – RESISTÊNCIA, SUBSTANTIVO FEMININO (90’) – 14 anos
    16 NOV | SÁBADO – 15h @ CCSP – Sala de Ensaio I

    Brasil, 2019: o primeiro trimestre teve um aumento de 76% nos casos de feminicídio; São Paulo é o estado que mais mata lésbicas no país; no ano anterior, foram mais de 180 casos de estupros por dia; uma mulher é agredida a cada 4 minutos; 70% da população das ocupações são mulheres. Esta mesa traz um grupo de mulheres que vão compartilhar suas histórias e lutas e mostrar que, mais que dados, mais que números, essa é a realidade da brasileira. Como sobreviver a tudo isso e ainda manter a saúde mental?

    Elisabeth Soares
    Psicóloga, atua na área clínica e social com a abordagem centrada na pessoa.

    Luana Hansen
    DJ, MC, produtora musical, palestrante, ativista feminista e LGBTQI+ há mais de 20 anos no movimento do hip-hop.

    Monica Benicio
    Cria da Maré, feminista, ativista e militante de direitos humanos. Formada em arquitetura pela PUC-RJ e mestranda em arquitetura e urbanismo.

    Fernanda Gomes
    Assistente social. Integra as coletivas Luana Barbosa, Brejo da Sul, Samba Negras em Marcha e Siga Bem Caminhoneira.

    Lúcia Udemezue
    Educadora, cientista social, pesquisadora na área de antropologia em estudos de culturas populares. Atua na área de políticas públicas das relações de gênero e étnico-raciais.

    MULHERES INVISÍVEIS NO CINEMA (90’) – 14 anos
    16 NOV | SÁBADO – 17h @ CCSP – Sala de Ensaio I

    Ao longo da história, o cinema se constituiu como uma arte comandada majoritariamente por homens, e às mulheres restou, muitas vezes, o papel de objeto retratado por esse olhar masculino. Revertendo esse cenário vemos crescer aos poucos a profissionalização feminina também atrás das câmeras. Contudo, em meio a essa luta ainda há um grupo minoritário que batalha por reconhecimento nesse espaço que é tão elitista quanto é machista: as mulheres negras, lésbicas e transexuais. Esta roda de conversa colocará em pauta os obstáculos e as conquistas dessas profissionais que seguem invisibilizadas inclusive dentro de uma minoria.

    Ana Flavia Cavalcanti
    Atriz, performer, roteirista e diretora. Integrou o elenco das novelas Além do Tempo e Malhação – Viva a Diferença na Rede Globo. Faz parte do elenco de Sob Pressão. RÃ, seu primeiro filme como diretora, está em processo de montagem. Ana Flavia é idealizadora das performances A Babá Quer Passear e Serviçal.

    Julia Katharine
    Atriz, roteirista e cineasta. Participou de Lembro Mais dos Corvos (2018) como atriz e corroteirista. Vencedora do Prêmio Helena Ignez, dedicado ao trabalho de mulheres em nosso cinema, da 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

    Carol Rodrigues
    Diretora e roteirista de filmes como A felicidade delas, participa de equipes de roteiro de diversas séries.

    Lina Chamie
    Com filmes exibidos e premiados dentro e fora do Brasil, seu cinema experimenta linguagens e é permeado por um caráter humanista.

    O AUDIOVISUAL PERIFÉRICO PELA PERSPECTIVA DAS MULHERES (90’) – 14 anos
    20 NOV | QUARTA-FEIRA – 17h @ CCSP – Sala Jardel Filho

    Uma roda de conversa com mulheres compartilhando suas experiências em produções periféricas: a narrativa do cinema periférico é diferente? Podemos dizer que é um Movimento social e cinematográfico? Esse olhar está atrelado a um personagem social, a uma coletividade?

    Fernanda Correia – Coletivo Nós, Madalenas
    Nós, Madalenas: Nove mulheres que compartilham das mesmas questões, como a desigualdade de gênero, a desigualdade social e o feminino.

    Mayara Efe
    Formada em rádio e TV, com especialização em direção cinematográfica. CEO e diretora criativa na produtora Ira Filmes, que realiza diversas produções audiovisuais para a internet.

    Micheli Moreira
    Integrante da coletiva Luana Barbosa, coletive Zoooom e coletivo Periferia Preta. Formada em administração de empresas. Militante pelas causas periféricas, de gênero e racial.

    Thais Scabio
    Cineasta, cineclubista e artista educadora. Iniciou em audiovisual por meio de oficinas culturais na cidade de Diadema, em 1999.

    FEMINISMOS em 2018:

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