JÚRI

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    WIELAND SPECK

    Curador do Panorama do Festival de Berlim desde 1992. Speck nasceu em Freiburg em 1951 e vive em Berlim desde 1972. Estudou Literatura Alemã, Arte Dramática e Etnologia na Universidade Livre de Berlim. Então, começou a trabalhar em projetos de vídeo e cinema e foi também escritor e editor; em seu trabalho, ele se concentra no movimento dos homens e na identidade homossexual. Além disso, tem trabalhado como ator para vários aclamados diretores de cinema e por muitos anos foi diretor do “Tali”, um cinema de arte independente em Berlim-Kreuzberg. Como diretor, começou com vários documentários em vídeo. A partir de 1979-1981, estudou cinema no Instituto de Artes de São Francisco. É diretor, autor e produtor de várias produções de TV e cinema e trabalhou para várias instituições e eventos de cinema, entre eles o Filmhaus Berlim e o Festival Europeu de Curta-Metragens. Speck também lecionou em universidades e institutos de cinema.
    DANIELA SEA

    Ativista LGBTQI, cineasta e atxr, atua no cinema, na performance e na música. Aos 16 anos, saiu de casa em busca de maneiras diferentes, e próprias, de estar no mundo – jornada que levou, por exemplo, à experiência de viver como um homem durante seis meses na Índia. A fama veio por papéis como o do homem transexual Moira/Max Sweeney, no seriado de TV The L Word, e também pela participação no filme Shortbus (2006), do diretor John Cameron Mitchell. Em 2011, retomou a parceria com Mitchell no curta-metragem Lady Dior, produzido para a grife francesa Christian Dior. Ainda no cinema, trabalha atualmente na produção de um filme e de um documentário. Em colaboração com o músico Will Schwartz (das bandas Imperial Teen e Hey Willpower), apresenta-se em galerias, teatros e museus em Los Angeles.
    KIKO GOIFMAN

    É antropólogo, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). É Mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Autor do livro e CD-ROM Valetes em Slow-Motion (1998), ganhador do 7º Grand Prix Möbius em Paris, e obra do acervo do Centro Georges Pompidou. Dirigiu os longas: 33 (2004), exibido em Locarno, Roterdã e Prêmio de Melhor Roteiro no Cinema Paulista FIESP/SESI; Atos dos Homens (2006), exibido no Festival de Berlim e Melhor Documentário no Festival de Nantes (2006); Filmefobia (2008), Festival de Locarno e Grande Vencedor do Festival de Brasília e Olhe Pra Mim de Novo (2011), Prêmio Especial do Júri no festival do Rio do mesmo ano, e exibido no Festival de Berlim em 2012. Recebeu homenagens e retrospectivas de seus trabalhos no Festival de Cinema de Tiradentes, Mostra do Audiovisual Paulista, Festival de Toulouse, Festival de Santa Maria da Feira e Festival de Tampere. Em outubro de 2013, na Competição principal do Festival do Rio, lançou o longa-metragem de ficção Periscópio.

    JÚRI COMPETITIVA BRASIL – LONGAS

    SILVIA LOURENÇO

    Formada pelo diretor teatral Antunes Filho, a atriz paulistana estreou no cinema em 2004 com o longa metragem “Contra Todos”. O filme dirigido por Roberto Moreira lhe rendeu vários prêmios nacionais e internacionais. Na sequência vieram outras produções como “O Cheiro do Ralo”, “Querô”, “O homem das Multidões” entre outros. Na tevê integrou o elenco de diversos seriados: “Alice” dirigido pelos cineastas Karim Ainouz e Sérgio Machado, a policial “Bipolar”, “As Canalhas” dirigida por Anna Muylaert, além das globais “Felizes Para Sempre” e “Os Experientes”, ambas dirigidas por Fernando Meirelles. Paralelamente, Silvia participou de importantes produções teatrais: “Prêt–à–Porter” (integrou o elenco das temporadas 1, 2 e 3 do projeto coordenado por Antunes Filho), “Essa nossa Juventude”, dirigida pela cineasta Laís Bodansky e “As Meninas”, adaptação inédita de Maria Adelaide Amaral para o romance de Lygia Fagundes Telles dirigida por Yara de Novaes. Sílvia também desenvolve trabalhos como roteirista e já colaborou em diversas produções, como o desenvolvimento do longa de Luiz Bolognese “Uma história de Amor e Fúria”, do longa “As Melhores Coisas do Mundo” dirigido Laís Bodansky; a série documental “Novas Famílias” dirigida por João Jardim; o longa “Insubordinados” dirigido por Edu Felistoque; e a série ainda inédita “Condomínio Jaqueline” produzida pela Coração da Selva.
    GUSTAVO VINAGRE

    Nasceu em 1985 e estudou cinema na EICTV (Cuba) e Letras na Universidade de São Paulo (Brasil). Seu curta metragem “Filme para Poeta Cego” estreou em Rotterdam em 2013. Também dirigiu o curta-metragem “La Llamada”, vencedor do prêmio de melhor direção e melhor fotografia em Gramado, e o média-metragem “Nova Dubai”, que estreou em Rotterdam 2015. Atualmente, trabalha na finalização de “Mãos que Curam”, e na edição do documentário “Wil, má” e do curta de ficção “Chutes”.


    PRI BERTUCCI

    Artista social e multimídia, identifica-se como Gender Queer. Trabalhou em cinema e publicidade, como assistente de direção de arte em filmes nacionais e internacionais. Atua como VJ e já apresentou suas performances visuais em eventos e festivais no Brasil, França e Estados Unidos. É fundadorx da Kumba Films, produz e dirige documentários ao redor do mundo. Fundou também o projeto [SSEX BBOX] que atua em San Francisco, São Paulo, Berlim e Barcelona, e repercutiu internacionalmente.
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